quinta-feira, 14 de março de 2013

Histórias de Quinta


"Minha vizinha"

Meu nome é Pedro Neto, tenho 18 anos e moro com meus pais já bem mais velhos em um prédio de dois apartamentos por andar, onde a cozinha e área de serviço de ambos os apartamentos dão para um pátio interno. E como a distância é de menos de 10 metros, de uma cozinha à outra é possível ver tudo na cozinha do outro. No apartamento ao lado mora um casal com dois filhos pequenos. É sobre ela este conto. Ela tem 35 anos e é uma gata. Morena, com o cabelo muito negro na altura do ombro, olhos negros, o corpo é uma delícia, pernas lindas, bundinha durinha, os peitinhos durinhos. Ela não trabalha e eles não têm empregada fixa, só uma faxineira eventual. Isto para dizer que ela fica em casa o dia todo. Fora de casa ela se veste de uma maneira sexy, mas discreta e não é daquelas de enlouquecer operário de obra. Mas em casa é outra coisa. Ela está sempre de shortinho de lycra coladinho e bem pequenininho marcando a calcinha mínima e blusinhas bem soltas. À noite ela está sempre de camisola ou baby doll transparente e calcinhas rendadas e cavadas.

Como eu disse antes, a visibilidade da minha cozinha é total, mas como tanto a minha família quanto a dela moram no mesmo lugar há muitos anos, ela me viu crescer, me chama de Pedrinho e eu a chamo de Tia. Mas desde que eu comecei a adolescência ela virou não só meu objeto de desejo, como minha obsessão e sonhos de centenas de punhetas. Até pouco tempo atrás eu acho que ela nunca imaginou que eu fosse tarado por ela, porque sempre fui muito discreto, nunca fiquei olhando para o outro lado descaradamente. E eu nunca achei que teria a menor chance. Na maior parte das vezes eu não deixava que ela me visse e muitas vezes tocava minha bronha no escuro. Só que um dia, eu estava meio escondido tocando uma punheta maravilhosa para a deusa de baby doll e calcinha, quando minha mãe berrou meu nome lá de dentro. Imediatamente ela virou para o meu lado e me viu. E pela minha posição, meio de tocaia, e já levantando o short, tenho certeza de que ela entendeu o que eu estava fazendo.

Eu achei que meu mundo ia cair que ela viria reclamar com meus pais, e que eu estava fudido. E que ela iria fechar a porta e ou se cobrir. Nos meus pesadelos, o marido iria me cercar na esquina e me cobrir de porrada. Mas para minha surpresa total, dois dias se passaram e nada aconteceu. Pelo contrário, a porta ficou aberta, ela continuou a usar roupas bem curtinhas e transparentes, e os mesmos baby dolls. E as roupas eram mais ousadas, especialmente se o marido não estava em casa (o que acontecia com muita freqüência porque ele além de dar aula em academia até tarde, depois fiquei sabendo que ele ia para a balada até tarde com os amigos. Mais tarde ela também me disse também que a vida sexual deles era uma bosta, que ele chifrava ela o tempo todo e que nas poucas vezes que eles transava ela era apenas um pote de esperma ). As calcinhas mais cavadas, o baby doll desamarrado, com os peitinhos de fora. Reparei também que ela olhava insistentemente para o meu apartamento, como se quisesse me dizer que sabia que eu estava lá e que ela estava fazendo aquilo de propósito. É lógico que aquilo me deixou completamente enlouquecido e eu me acabava nas punhetas. Eu estudava à tarde e comecei a vigiar os passos dela para poder promover falsos encontros casuais. Se ela saía para o corredor eu saía também para deixar o lixo. Se ela ia para o elevador, eu tentava entrar junto. A questão agora era dar o próximo passo, o que me parecia impossível.

Até que um dia, ela estava chegando com compras do mercado, tropeçou e deixou cair os sacos no chão. As compras se espalharam pelo corredor. Eu ouvi o barulho, abri a porta e ao ver o que estava acontecendo comecei a ajudar a catar as coisas. Levamos tudo para dentro de casa, e ela me agradeceu muito e me ofereceu uma cerveja gelada. Os filhos estavam no sítio com a avó e o marido na academia. Ela me deu uma cerveja, pegou uma para ela, mas como estava muito calor, ela estava suando em bicas de carregar as compras, ela falou que iria tomar um banho. Quando ela voltou, eu quase caí para trás. Ela esta linda, de cabelo molhado, com uma micro saia de malha agarrada ao corpo, marcando a tanguinha, com uma blusinha deixando a barriga de fora, e como ela não tinha se enxugado com cuidado e estava sem sutiã, os peitinhos durinhos colaram na blusa transparente e dava para vê-los com todos os detalhes. Os biquinhos negros, a auréola clara, um troço de alucinar. A reação dela ao me ver daquele jeito foi perguntar: “o que foi? nunca viu uma mulher antes?”. Eu consegui reagir e disse:”já vi sim, mas nunca tão maravilhosa”. Eu acho que aquilo quebrou o gelo e ela tomou coragem e perguntou: “é por isso que você fica me olhando escondido no escuro? E o que você faz enquanto me olha no escuro, se masturba?”. Não sei o que me deu, mas devia ser o caralho duro de doer, mas respondi na lata: “você é maravilhosa, uma deusa, por isso eu toco punheta sim, já toquei milhares de punhetas em sua homenagem, e acho que enquanto estiver vivo vou continuar”. Ela veio na minha direção, e apertou meu pau por cima da bermuda e perguntou: “e se eu tocasse para você, isto te faria feliz?”. Eu respondi: “isto seria um sonho”. Ela então enfiou a mão por dentro da minha bermuda até retirar o cacete para fora, e começou a tocar uma punhetinha deliciosa. Com a outra mão, tirou minha bermuda e começou a massagear minhas bolas. E a sussurrar no meu ouvido: “vou tocar bem devagarzinho, eu sei que você deve estar subindo pela parede, mas segura o gozo e aproveita, eu vou tocar muitas outras para você, mas eu quero que a primeira seja inesquecível”. Ela soltou minhas bolas por um minuto e levou minha boca até os seios já do lado e fora e mandou eu chupar com muito carinho. E não mudou o ritmo da punheta. Mas por mais que eu quisesse não deu para segurar muito tempo. Meu gozo feito muito forte, longo, com muita porra, certamente a melhor punheta da história. E veio todo em cima dela, na mão, na barriga, no short e até perto do peitinho. E ela não parou até que a última gota saísse. Ela pegou a blusinha, limpou toda a porra e me falou:”por hoje é só, vai ter muito mais e vai chegar a sua vez de me dar muito prazer, meu marido corno está para chegar e eu não quero correr o risco”. Eu fui para casa completamente em transe, e pouco depois ouvi a voz do corno em casa. Daqui a pouco, o telefone toca e era ela me dizendo que o corno estava no banho e que ela tinha adorado e que iria colocar um roupa especial para mim. E que era para eu matar aula no dia seguinte e que assim que o marido saísse eu ia para a casa dela. Então ela, sabendo que eu estaria olhando, colocou um baby doll curtinho sem calcinha e desfilou pela cozinha um bom tempo. E eu fui dormir sabendo que amanhã teria mais e que seria muito melhor.

No dia seguinte acordei já de pau duro, me vesti e tomei café como se fosse para a faculdade. Logo ouvi o barulho da porta da vizinha e ela me ligou falando para eu marcar mais 10 minutos e ir para lá. Depois dos 10 min mais longos da minha vida eu bati na porta dela e ela abriu, para minha surpresa nuazinha, morena linda com as marquinhas brancas do biquíni. Me agarrou e me deu um chupão e me rebocou para o quarto e foi logo dizendo:”hoje você vai passar o dia ao meu serviço, vou te ensinar direitinho como eu gosto”. E foi tirando minha roupa e me levando para a cama, abriu as pernas, a buceta e o grelo e disse “me chupa, chupa minha xoxota, lambe meu grelo com a língua durinha, eu quero gozar com você mamando minha xoxota, isto bota língua aí e lambe o grelo”. Ele me fez chupar assim devagar por uma eternidade, controlando o movimento da minha boca. Aos poucos ela foi começando a gemer, a falar putaria e a se contrair, as contrações foram ficando mais longas, os gemidos mais altos, até que ela gozou muito forte e muito longo. Seu corpo se contraiu todo e ela desabou. Depois de alguns segundos ela me puxou e me tascou um beijo e disse que tinha sido maravilhoso, que ela tinha gozado dentro e fora da xoxota e brincando disse que eu era um aluno de futuro.

Meu caralho doía e eu queria meter, não estava aguentando mais. Ela me puxou para cima e eu já fui direto com a vara na mão para enfiar naquela buceta que eu tanto sonhava. Mas ela botou a mão no meu peito e falou: “desacelera, vamos meter com carinho, eu sua puta total, eu estou subindo pelas paredes para sentir sua pica dentro de mim, mas eu não quero ser um saco de porra”. E segurou na minha pica e foi trazendo na direção da buceta, mas ao invés de meter, começou a pincelar para baixo e para cima, indo do grelo até quase o cu. A xoxota estava uma sopa e eu estava cada vez mais alucinado. Mas eu sentia que algo novo para mim estava acontecendo. Nas minhas trepadas anteriores, era sempre algo selvagem, intenso, rápido, às vezes eu até gozava mais de uma vez, mas não havia interação. O objetivo era apenas obter satisfação. Ela colocou minha pica na porta da buceta, as mãos na minha bunda e começou a forçar devagar, me fazendo ir entrando e tirando devagar, controlado o movimento, até o caralho estar totalmente agasalhado naquela buceta maravilhosa. Eu continuei a bombear devagar, passando a mão na bunda dela, chupando os peitos, beijando a boca. É lógico que eu não ia conseguir segurar o gozo muito tempo e eu avisei a ela. Ela me disse: “vem gostoso, me enche de porra”. Ela me fez sentar, veio por cima e controlou o movimento até que eu tive o gozo mais fabuloso que eu já tinha tido, uma força incrível. Eu beijei a boca dela de paixão. Meu caralho continuava duro, ela retomou o movimento, sentada ainda na minha pica, passava a mão pelo meu corpo todo, levava minha mão para onde ela queria, me beijava e controlava o gozo. Quando eu avisei que iria gozar novamente, ela acelerou e a buceta começou a contrair, ela berrava: “me fode seu puto, enfia esta pica maravilhosa, sou sua galinha, piranha, mete um chifre no meu marido corno”, e gozou feito uma louca alucinada.

Depois de um repouso, ela saiu da minha pica, me pegou pela mão e me levou para o banho e disse: “me lava”. Entramos os dois no chuveiro, eu molhei-a totalmente, enchi a mão de sabonete líquido, e passei pelo corpo todo dela, demorando mais nas tetas, na bunda e na buceta. Ela guiou minha mão para o grelo e segurando, começou uma siririca. Meu caralho duro encostava nas coxas dela. Com a outra mão, eu fui procurando o cu, abri a bunda, e sussurrei no ouvido dela: “posso?” Ela disse ”enfia dois dedos”. Meus dedos lambuzados de sabonete deslizaram suavemente para dentro do cu. E continuei a mexer no grelo e no cu, até fazer ela gozar. Mais uma vez ela me beijou apaixonadamente, eu enxuguei ela todinha e ela me puxou pela mão para o quarto. Chegando lá ela me disse: “você vai comer meu cu agora, eu já dei ele antes de casar, mas nunca dei para o corno do meu marido. Você vai me enrabar mil vezes, mas hoje vai ser diferente. Eu vou sentar com o cu no seu pau e você vai me comer o cu de frente. Eu quero te beijar na boca na hora que você estiver enchendo meu cu de porra”. Ela lambuzou meu caralho de creme de pele, segurou, colocou na porta do cu e veio sentando. O caralho foi entrando, sem dor, sem sofrimento, até chegar no fundo. Eu nunca tinha comido um cu e era uma coisa maravilhosa. Mais uma vez ela sussurrou no meu ouvido: “toca uma siririca para mim”, guiando meu dedo para o grelo. Nós ficamos metendo por um tempo enorme até eu sentir que ela ia gozar. Nós aceleramos o movimento e enquanto eu enchia o rabo dela de leite, ela estremecia num gozo fabuloso...

Conto originalmente publicado na Casa dos Contos

Nenhum comentário:

Postar um comentário