quinta-feira, 7 de março de 2013

Histórias de Quinta


"De volta pra casa..."

Morar muitos anos fora da nossa cidade natal dependendo das circunstâncias é muito bom, mas o melhor mesmo é retornar e reencontrar os amigos de infância, adolescência. Ouvir as Histórias, saber como vivem, se constituíram família... Assim que retornei a Belém fiz questão de rever meus amigos. Marcamos de nos encontrarmos em um barzinho e em seguida fomos a uma festa nas proximidades. 

Estava ansioso para revê o Marcos, o Netão, Álvaro, parceiros no período que morei na cidade. Primeiro chegaram Marcos e Álvaro, e em seguida Netão e uma mulher espetacular. Seu nome é Lídia, tive a impressão de conhecê-la, mas não comentei nada ao sermos apresentados. Passei a noite impressionado com a beleza daquela mulher, e em pouco tempo ela percebeu meu interesse e curiosidade por saber mais sobre ela. 

Quando estávamos na festa, ela aproximou-se e perguntou se eu estava bem, como tinha sido esse período fora, o que eu fazia em São Paulo, e de repente chegou próximo e sussurrou no meu ouvido: “Sempre fui louca por ti André...”. Fiquei sem ação, tentando lembrar quem era, e depois de muito pensar finalmente consegui, Lídia era a menininha da rua, tímida, que tinha um rolo com meu primo Breno na adolescência. Nunca pensei que aquela garota se tornaria aquela linda e sexy mulher. 

Quando a festa terminou fomos para um bar perto de casa, todos bêbados, mas sem querer que aquela noite terminasse. Por volta de 04h, Netão não aguentando mais foi para casa e Lídia continuou com a gente. Até que Marcos e Álvaro também foram e ficamos só os dois. Ela me convidou para conhecer sua casa, eu disse que não, estava tarde e que precisava voltar para casa. Ela insistiu, disse que fazia questão, então eu fui. Chegando lá, Netão dormia bêbado no sofá e nem percebeu a nossa entrada. Ela ofereceu uma bebida e me chamou até a cozinha, e eu fui. Enquanto tomava vodka ela sumiu e instantes depois voltou completamente nua. Fiquei surpreso, excitado, ao vê aquele corpo maravilhoso e uma mulher completamente sem medo de ser pega no flagra pelo marido que dormia na sala. Começou e me beijar, colocou minhas mãos em seu seio e na sua boceta quente, com o grelo completamente duro, querendo se fodida. Abaixou, abriu o zíper de minha calça e começou um boquete maravilhoso, passou a língua por todo meu pau, chupou meus bagos, chupava de maneira forte, intensa, e quando disse que ia gozar ela parou, e pediu que eu a fode-se ali mesmo, no balcão da cozinha. Nesse momento eu não pensava mais em nada, tirei a roupa, deitei Lidia no balcão e comecei a chupá-la. Metia a língua, os dedos e ela gemendo, pedindo mais, me puxando pelos cabelos, e pedindo para meter os dedos mais fundo, com mais força, e nesse movimento frenético disse que ia gozar e mandou que eu gozasse junto com ela. Coloquei-a em pé, apoiada no balcão e comecei a socar, gemidos, sussurros, a sensação de sermos pegos a qualquer momento me deixava louco, e sem demorar gozamos juntos. Ao terminar me vesti, e ela foi ao banheiro, e nesse momento ouço um barulho, era Netão, vindo até a cozinha pegar um copo d’água. Quando me viu perguntou o que eu estava fazendo ali, fiquei nervoso, disse que não tinha passado bem e que Lidia tinha preparado um café para cortar o efeito da bebida. Netão sem entender muito e completamente bêbado, bateu em meu ombro e disse: “Fique a vontade amigo, minha casa é a sua casa”, e voltou cambaleando para o sofá. 

Quando Lídia retornou eu disse que ia embora, que aquela situação não era legal. Ela começou a procurar a chave do portão e disse que não encontrava, e me chamou para procurar e aproveitar para conhecer o restante da casa. Quando estávamos passando pelo quarto dela, me puxou e começou a me beijar, pegar no meu pau, estava completamente louca. Afastava Lidia, mas não adiantava, e sem resistir comecei a beijá-la, passava as mãos por seu corpo perfeito, ela sussurrava que queria que eu a fode-se ali, na sua cama, e já foi deitando, de bruços, dizendo que queria ser fodida no cu. Ao ouvir essa frase não pensei mais em nada, fui para cima, a beijava no pescoço, costas, bunda, pernas. Quando vi aquele cuzinho rosadinho, comecei a passar a língua, coloquei um dedo, e Lídia empinava a bunda e pedia que colocasse mais um, obedeci e continuei socando os dedos e ela rebolava, e com a outra mão a masturbava pela boceta e ela começou a se contorcer de tanto tesão e disse: “Mete logo e goza no meu cu”. Cuspi e meti o pau, ela fazia uma cara de prazer e dor e pedia mais, aquele cuzinho apertado, a situação de ser flagrado, a voz dela, toda a situação fez com que eu gozasse intensamente. Quando nos levantamos, eu me arrumei e ela disse não ter achado a chave, e completamente fora de si já começava a me beijar, querendo mais. Eu não queria sair, mas precisava, o dia clareava, todos da rua me conheciam e sabiam que eu era amigo de Netão e eu não ia convencê-los que tinha ido conhecer a casa dele de madrugada. O jeito foi pular o muro e deixar para trás aquela mulher gostosa e insaciável. No dia seguinte encontrei Netão e Lídia no supermercado, conversamos por alguns minutos e ao nos despedirmos Netão disse que tinha sonhado comigo, que eu estava na sua casa na noite anterior. Lídia deu um sorriso safado e eu fingi que nada tinha acontecido. Dias depois retornei a São Paulo com as melhores lembranças do retorno a cidade e o reencontro com a colega dos tempos de adolescência... 

Tay 

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