terça-feira, 4 de setembro de 2012

Plenos Prazeres


Se você, assim como eu, gosta de apreciar homens com bons corpos, principalmente os hermanos, o Argentinemen é o lugar certo. Um blog repleto de argentinos lindos, com corpos de deixar qualquer mortal louco. São imagens de ensaios publicitários, artísticos, de atletas em momentos molhadinhos de suor (ui!). Ai, chega de blá, blá, blá,  clique aqui e delicie-se...

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

No Divã


Tay, me chamo Laysa, sou de Fortaleza, tenho 30 anos e um probleminha: ainda sou virgem. Não sei responder por que ainda não tive relações, sou hetero, já tive vontade, muitas oportunidades, mas na hora travo, não consigo deixar rolar, fico preocupada de não saber o que fazer, de sangrar, o cara perceber e não querer mais nada depois disso. Ai Tay, o que faço, me ajuda...

Oi Laysa!

Bom, vamos lá, não diria que tens um problema, afinal, ser virgem não é problema, doença ou algo do tipo. De cara o que pode causar estranhamento é que nos dias atuais a gente sabe que a vida sexual inicia cada vez mais cedo, e que dificilmente encontramos mulheres virgens aos 30 anos.

Laysa, o que tá faltando na verdade é encontrares alguém que te sintas a vontade, para deixar as coisas fluírem, e em relação a sangrar, gata, relaxa, nem sempre rola, o que pode acontecer é sentir um incomodo, uma ardência, mas nada muito aterrorizante. 

Quando achares uma pessoa com quem decidas transar, seja por uma única vez, ou várias, podes ter certeza que a cada relação vais conhecendo melhor teu corpo, o que gostas ou não na hora do sexo, o que fazer para sentir prazer e como proporcionar para o cara, e de uma coisa tenha certeza, com o passar do tempo a tendência é só melhorar...

Tay

domingo, 19 de agosto de 2012

Doce Deleite



Teu Corpo Claro e Perfeito (Manuel Bandeira)

Teu corpo claro e perfeito,
Teu corpo de maravilha,
Quero possuí-lo no leito
Estreito da redondilha…

Teu corpo é tudo o que cheira…
Rosa… flor de laranjeira…

Teu corpo, branco e macio,
É como um véu de noivado…

Teu corpo é pomo doirado…

Rosal queimado do estio,
Desfalecido em perfume…

Teu corpo é a brasa do lume…

Teu corpo é chama e flameja
Como à tarde os horizontes…

É puro como nas fontes
A água clara que serpeja,
Quem em antigas se derrama…

Volúpia da água e da chama…

A todo o momento o vejo…
Teu corpo… a única ilha
No oceano do meu desejo…

Teu corpo é tudo o que brilha,
Teu corpo é tudo o que cheira…
Rosa, flor de laranjeira…

sábado, 14 de julho de 2012

Ass To Mouth


Você deve está se perguntando:  "O que significa Ass To Mouth???", pode deixar que vou explicar...

Também conhecido por ATM, A2M ou Arse To Mouth, ao pé da letra significa "do ânus para a boca". É um tipo de prática sexual em que o parceiro, após o sexo anal, coloca o pênis na boca da pessoa penetrada, que realiza, assim, sexo oral. Uma de suas variantes é o A2OGM, onde o pênis é retirado do ânus de um pessoa e colocado diretamente na boca de outra pessoa. 

Este tipo de prática tanto pode ser feita entre um homem e uma mulher, como entre homens, quer entre mulheres, usando os dedos ou os queridos brinquedinhos sexuais.

Nessa prática atenção redobrada para a higiene anal, aquela chuca pré-foda também é importante, afinal, você não vai querer cagar no pau e depois cair de boca né???

Tay

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Entrelinhas


Faça-me um favor, deixe-me ter todo seu prazer,
goza na minha boca e deixa eu te sentir, 
sentir o seu pau todinho dentro da minha boca
num vai e vem sem fim, roubando cada 
respiração de desejo sufocado que existe dentro de mim.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Histórias de Quinta



O mês de junho sempre foi meu preferido, o período perfeito para dançar muito e é lógico aprontar mais ainda. Este ano não foi diferente, no dia de São João fui convidada para a festa da empresa de advocacia que trabalho, ainda sem conhecer ninguém, fiquei meio receosa em aceitar o convite, mas em cima da hora decidi ir, mesmo que sozinha.

Coloquei um vestido de chita bem curto, florido, uma sandália rasteira, uma flor no cabelo e muitas ideias na cabeça e segui rumo à festa, que seria no pátio da empresa. Ao chegar percebi que alguns convidados já estavam alegres, enquanto que outros ainda desconfiados pensavam em todos os passos que iriam dá, para não serem alvo de fofocas na semana seguinte.

Sentei sozinha em uma mesa próxima ao palco, e logo comecei a perceber os olhares dos homens a minha volta, por ser nova na empresa ainda não falava com ninguém fora os assuntos profissionais, digamos que ainda fosse um mistério para todos. Logo em seguida, alguém toca em meu ombro e pergunta com uma voz grossa e rouca se poderia sentar, senti um arrepio, olhei de baixo para cima e vi um belo homem: alto, moreno, másculo,cabelos negros, e um belo volume na calça. Não o reconheci mais o convidei para sentar-se com uma condição, que antes dançássemos pelo menos uma musica. Ele aceitou e fomos para o meio do salão.

Sem falarmos nada começamos a dançar, e ele me agarrou bem forte, colocou sua perna entre as minhas e começou a roça-la discretamente na minha boceta, que logo ficou molhada. Paramos de dançar porque a banda iria começar o show, voltamos para a mesa e percebi que o volume inicial da calça estava no mínimo dobrado. E ele não satisfeito com a interrupção, começou a pegar nas minhas coxas, foi subindo para minha boceta, afastou minha calcinha, procurou meu grelo e começou a acariciá-lo, eu me segurando para não demonstrar para todos que estava louca de tesão e com a boceta implorando para ser fodida por aquele cara misterioso.  Quando estava para gozar ele precisou levantar-se e foi falar com umas pessoas em outra mesa. Durante o tempo que fiquei sozinha fiquei tentando descobrir quem ele era, o que fazia, mas foi em vão.

Quando a banda começou a tocar, a iluminação ficou mais baixa e ele voltou para mesa, me tirou para dançar e começamos a nos esfregar, sentia sua respiração ofegante em meu pescoço, o pau duro roçando em mim. Os bicos dos meus seios duros, boceta latejando e aquela vontade de foder que nos consumia. Ao final da musica ele me largou e foi em direção ao elevador, sem pensar duas vezes o segui, mas o perdi de vista, e quando estava passando em frente a uma sala vi a porta entreaberta e ele encostado na mesa, nu, cabeça baixa, segurando o pau, esperando para ser chupado. 

Entrei, fechei a porta e ajoelhei-me em frente a ele, segurei aquele pau grosso, grande e sentia as veias pulsando em minha mão. Coloquei a cabeça na boca e comecei a sugá-lo devagar, passei a língua por todo o pau, sem esquecer o saco, fui até embaixo, coloquei as bolas na boca, primeiro uma, depois a outra, toda a cena sendo olhada por ele com cara de desejo. Sem aguentar e com vontade de gozar, ele puxou-me pelos cabelos e me colocou sentada na mesa, começou a me beijar e a passar a mão por todo meu corpo, rasgou minha calcinha e me deitou na mesa, abrindo minhas pernas e começou a beijar minhas coxas, em direção a minha boceta, olhou para minha cara e foi em direção ao meu grelo, passando a língua com força para cima e para baixo, e em seguida começou a me foder com a língua. 

Puxava minha boceta em direção a cara, enquanto eu o segurava pelos cabelos e esfregava minha boceta molhada na cara dele, até gozar de maneira intensa e gostosa. Antes mesmo que pudesse me recuperar da gozada, me puxou e me colocou apoiada de frente para ele, tirou me vestido, enquanto chupava meus seios, colocava os dedos na minha boceta. Me virou de frente para a mesa, com a bunda empinada e começou a lamber minha bunda, passou a língua no meu cu, preparando para o que viria a seguir. Colocou primeiro um dedo e começou a enfiar devagar, depois mais um, até que sem aguentar de tesão disse para ele foder meu cu, meter aquele pau gostoso e me fazer gozar. Ao ouvir isso ficou louco e meteu o pau de uma vez, me fazendo gritar de dor e prazer, e começou a bombar no meu cu. Eu gemia de prazer, implorava para ele me bater e me fazer gozar, ele respirava ofegante, me chamando de puta e me dando uns tapas na cara, para em seguida gozarmos juntos, e cairmos quase desfalecidos sobre a mesa. 

Ficamos ali um tempo, ele deitado em cima de mim, sem falarmos nada. Quando nos levantamos, nos arrumamos e ele perguntou meu nome e em qual setor eu trabalhava, por que ainda não tinha me visto pela empresa, eu respondi: “- Meu nome é Sarah, trabalho no Departamento de Recursos Humanos, estou na empresa a uma semana, e tu?”. “Eu sou o Gabriel”. Não falou mais nada e voltamos para festa, cada um na sua mesa. Na manhã seguinte sem esquecer o que tinha acontecido fui pesquisar na página da empresa os funcionários, e descobri que Gabriel é um dos sócios-proprietários do escritório. Fiquei surpresa, sem saber o que pensar e a pergunta que não sai da minha cabeça até agora é: "O que será que vai acontecer semana que vem quando nos reencontrarmos???".

Tay

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Devore-me


Posição 8

Descrição: A parceira deita-se de bruços na cadeira, apoiando as mãos no chão. O parceiro deita-se por cima, penetrando na boceta ou no cu.

Vantagens: A penetração é profunda, e se o pau for grande é capaz de parar na garganta... #lesa

Desvantagens: Como as cabeças estarão voltadas para baixo e com toda a pressão e a emoção do momento, ambos podem sentir tontura ao levantar-sem. É bom que ao terminarem, esperem um tempinho deitados para não terem nenhum treco.

Tay

terça-feira, 26 de junho de 2012

Plenos Prazeres


A dica de hoje é um blog que adoro, o Simples Atracção, de um autor português chamado Filipe. Escritor talentoso, excitante e para completar gentil, afinal, ele autorizou a publicação dos contos dele aqui no Confessionário. Uma ótima pedida para quem gosta de ler histórias repletas de tesão, sexo, fantasias...

Ficou curioso (a)??? Clique aqui e delicie-se...

segunda-feira, 25 de junho de 2012

No Divã


Olá! Meu nome é Jéssica e a minha história é a seguinte: 

Estava saindo com um cara lindo, inteligente, cavalheiro. Quando transamos a química foi perfeita, fiquei louca com cada toque, cada beijo, porém, ao pedir para ele me xingar as coisas começaram a esfriar, e quando pedi para ele me dá uns tapas, ele parou a foda e disse que precisava ir embora. Fiquei louca, não sabia o que falar, e tem quase uma semana que ele não liga, manda mensagem, nada. Não sei mais o que fazer, já mandei email, mensagem, celular dele só na caixa postal. E agora Tay, o que faço???

Oi Jéssica, que situação heim???

Bom, vamos lá, acredito que ele seja o tipo de cara que quer na cama aquela mulher que faz papai e mamãe, ele goza, dá um beijinho e vão dormir abraçados. Sinceramente, cai fora dessa relação, já entrastes em contato várias vezes e ele não responde, então, tá mais do que óbvio que ele não quer mais nada. Pior para ele, afinal, quando a foda é boa, falar e ouvir umas putarias, e levar uns tapas só melhoram ainda mais as coisas...

Tay

domingo, 24 de junho de 2012

Doce Deleite


Do Me, Baby - Prince

Here we are in this big old empty room, staring each other down
U want me just as much as I want U, let's stop fooling around
Take me baby... kiss me all over... play with my love
Bring out what's been in me for far too long
Baby, u know that's all I've been dreaming of
Do Me Baby, like u never done before
Give it to me till I just can't take no more
Do Me Baby, like u never done before
I want u now, I just can't wait no more, can't wait...

Here we are looking for a reason for u to lay me down
For a love like ours is never out of season, so baby please stop teasing me
what ya do, I can never love no other, u're the best I ever had
Whenever we're not close to one another, I just want u so bad

So Do Me Baby, like u never done before
Give it to me till I just can't take no more
C'mon, Do Me Baby, like u never done before
I want u now, I just can't wait no more

I said ooo...ooo...oooo...ooooooo
Do Me Baby, Do Me Baby, give it to me
Do Me Baby, I want u now
Do Me Baby, give it to me
Do Me Baby, Do Me baby, don't wanna do it all alone
I want your love.
Do Me Baby, give it to me
Do Me Baby, This feeling is too strong, make me wait 2 long, I want u now

You're leaving me no choice
OK, what are u gonna do...u just gonna sit there and watch? alright...
are u sure u don't wanna close your eyes?
...well, isn't it supposed to take a long time?
I'm not gonna stop till the war is over...
Help me! there...ok...ok
I'm so cold....just hold me

sábado, 23 de junho de 2012

As mentiras que ELAS contam


Neste post aqui falei sobre as mentiras que eles contam nas mais diversas situações, seja para justificar a ausência, uma broxada ou aquela vontade de dá umazinha sem compromisso. Hoje, atendendo a pedidos, vamos ver algumas mentirinhas que nós mulheres contamos. Cá entre nós, quem nunca disse pelo menos uma mentirinha??? Seja na hora de uma foda ruim ou para se livrar de uma situação pior ainda. Vamos ver algumas clássicas:

- "Dá para contar nos dedos com quantos caras já transei". Qual mulher vai chegar para o cara e falar: "Ai amor, você é o 179º da minha lista..."

- "Eu nunca traí ninguém". Lógico que não, qual mulher vai assumir que deu aquela chifradinha básica? Neurar o bofe para que???

- "Nossa, essa foda foi maravilhosa!!!". Na verdade essa frase muitas vezes vem acompanhada do pensamento: "O que eu tô fazendo aqui???"

- "Nossa, é a primeira vez que faço anal". Se o parceiro é novo, não deixa de ser a primeira vez né???

- "Não, não foi rápido, foi ótimo". Essa vale para não acabar com o cara precoce e dizer: "Porra, na próxima faz um oral para ver se eu gozo também..."

- "Pequeno??? Que isso, seu pau é do tamanho certo". Só se for do tamanho certo para fazer cócegas intravaginais... =]

- "Ligação??? Mensagem??? Não vi nenhuma, deve ser problemas na TIM..."

- "Hoje não, estou com dor de cabeça". Atire o primeiro paracetamol quem nunca disse essa frase clássica.

- "Aaaaah, aaaaah, aaaaah, gozei!!!". Para acabar com qualquer foda ruim, nada como umas gemidinhas...

E você, quais mentiras já usou??? Já contou alguma diferente??? É só comentar...

Tay

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Entrelinhas


"Sexo é a coisa mais divertida que eu já fiz sem rir" (Woody Allen)

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Histórias de Quinta


"A vizinha"

Aos 25 anos eu fui passar uma temporada de férias na casa da minha mãe. Meu quarto, na casa dela, permanecia o mesmo. Mudou apenas algumas decorações ou objetos relacionados à minha infância e adolescência. A janela do quarto, no segundo andar, era o meu local preferido. Eu conseguia uma boa visão da vizinhança do bairro e daquele lugar, eu conseguia observar a casa da minha eterna paixão Renata. Ela morava na casa vizinha. Peguei uma cadeira e me sentei perto da janela, fechando os olhos e me lembrando dela. Renata era da mesma idade que eu. Estudávamos na mesma escola, mas em salas diferentes. Tínhamos pouco contato já que a sua família era um pouco complicada. Raramente Renata fazia parte da nossa turminha, pouco víamos ela fora de casa. Mas da minha janela era possível ver um pedacinho do seu quarto.

Lembro-me que certa noite, eu subi ao quarto após o jantar. Mas estava sem sono e apaguei todas as luzes. Foquei a minha visão para a janela da Renata. Seu quarto estava escuro e pra mim foi decepcionante. Alguns segundos depois, a luz do quarto dela acendeu. Fiquei na expectativa que fosse ela, esperando atenciosamente. Uma sombra então apareceu e logo Renata surge de corpo inteiro na janela. Renata saiu da janela e foi até o seu guarda roupa. Pegou uma camisola cinza e jogou em cima da cama. Logo, ela saiu da minha visão e imaginei que ela deveria ter ido ao banheiro do seu quarto. De repente Renata surge do nada, completamente nua. Eu tomei um grande susto, pois não esperava que ela saísse assim. Ela então pegou sua camisola e devagar foi vestindo no seu corpo maravilhoso. Até que ela o vestiu por completo, ajeitando um pouquinho cada alça da camisola. Meu pau a essas horas, estava duro como pedra!

Renata ainda foi até a sua penteadeira, guardou alguma coisa dentro de sua gaveta e se jogou na cama. Infelizmente agora eu só conseguia visualizar seus pés. Fiquei olhando para a janela do quarto dela, esperando que ela fizesse outra aparição. Algum tempo depois, Renata se vira de barriga pra cima, se ajeitou e devagar, começou a subir sua camisola. Agora suas pernas branquinhas estavam se revelando devagar. Suas mãos passeavam pelo seu corpo, com movimentos leves e descompromissados. Uma de suas mãos continuava o trabalho de subir a camisola até que sua bocetinha ficasse completamente à mostra. Meu pau, duro, agora pulsava. Tive que tirá-lo pra fora porque já estava incomodando.

A mãozinha de Renata começou a alisar sua bocetinha. E aos poucos foi aumentando a frequência de movimentos. Logo, ela já mexia na sua bocetinha com velocidade, ao mesmo tempo em que eu me masturbava olhando aquela cena maravilhosa. Renata subiu suas pernas, dobrando os joelhos e colocando os pés sobre a cama. Sua boceta agora era mais visível e pra mim ela estava numa posição perfeita para continuar. Seus dedos não paravam um segundo e de longe eu via que eles brilhavam, demonstrando que Renata estava completamente molhada de excitação. Então seu corpo começou a se mexer com mais intensidade, mais vontade e poucos segundos depois, percebi que Renata gozava. Seu corpo tremia e ela tinha puxado suas pernas de encontro ao seu corpo. Eu também não aguentei e gozei junto com ela. Renata aos poucos foi voltando a si, se acalmando. E eu continuava com meus olhos fixos daquela janela que eu me encontrava. Renata se levantou e automaticamente sua camisola baixou. Não vi pra onde ela tinha ido, mas logo ela voltou e foi direto para a janela. Eu não saí da janela e ainda segurava meu pau duro na mão, escorrendo gozo. Subitamente Renata olha pra cima e me vê na minha janela! Tomei um baita susto e ela mais ainda, já que ela fechou a janela com uma velocidade absurda. A noite era de lua e com certeza a minha posição era iluminada pelo astro da noite. Claro que ela também deve ter visto o movimento que eu fazia enquanto terminava a minha masturbação. Só me restou pensar que ela deduziu o que eu estava fazendo e que eu tinha visto tudo o que ela tinha feito. "Fazer o quê, não é?" - pensei.

Depois daquele dia eu via Renata sempre muito de longe. Na escola nem eu tinha coragem de dizer algo, muito menos ela! E assim terminamos o colegial. Eu fui pra faculdade em outra cidade e não tive mais contato com ela depois disso. E hoje, lá estava eu no mesmo lugar, observando a mesma janela de antes.

Depois de me instalar desci para conversar um pouco com a família e dali iria dar uma volta no bairro. E assim eu fiz. Passei por lugares conhecidos, conheci lugares novos, mas um me chamou a atenção. Era um pub novo na cidade. Estacionei o carro e entrei no local para conhecer. Adoro esse estilo de bar e o dono do local com certeza levou a sério quando quis montar esse modelo de negócio. Eu me vi dentro de um filme americano, com aqueles grandes balcões de madeira, com o garçom servido atrás dele, com as bebidas nas prateleiras, as mesas de sinuca mais ao fundo. Sensacional!

Assim, fui direto para o balcão e pedi uma cerveja. Prontamente o garçom do outro lado pegou uma no freezer atrás dele, colocou um guardanapo no balcão e colocou uma longneck em cima do papel. Junto, veio uma fichazinha para marcar o que fosse consumido. Muito amistoso, a cara foi puxando assunto e logo eu já pedia outra cerveja e mais conversa ia sendo jogado fora.

Olhei para o relógio e vi que já eram perto das 20h. Liguei para minha mãe e avisei que iria demorar um pouco. E logo que desliguei, recebi a ligação da minha esposa. Conversamos um pouco e logo nos despedimos. Minhas costas já estavam cansadas de ficar sentado ali naquele banco e resolvi ir para uma mesa. Fui para uma mesa bem ao fundo. Pedi umas batatinhas e fui. Sentei-me e aos poucos o pub começava a aumentar de público. Fiquei olhando uns caras jogando sinuca enquanto bebericava minha cerveja.

De repente senti uma mão pousando no meu ombro. Eu estava dando um gole na cerveja nesse exato momento, quando olhei pra cima e vi quem era: era Renata.

Quase cuspi fora a cerveja, mas consegui me segurar. Eu fiquei completamente sem jeito, sem ação. Tentei me levantar umas duas vezes até que na terceira eu consegui.

- Oi... oi... desculpa! - disse a ela todo sem jeito.

- Oi! - ela disse sorrindo.

- Mas como você está? Por favor, sente.

Na verdade eu vi como ela estava. LINDA! Renata tinha a pele branca e os cabelos pretos. Seus olhos castanhos eram lindos e sua maquiagem os deixava mais lindos ainda. Lábios carnudos, pouco batom, uma camisa de botões preta, e uma calça também preta. Ela estava alta e logo percebi que usava uma sandália de salto preta também, combinando com a roupa. Ela estava divina. Ela olhou em meus olhos e veio em minha direção, abrindo os braços e me abraçando. Seu cheiro inebriante invadiu a minha mente. Enquanto eu a abraçava, meu instinto de homem quis cheirá-la por completo. Mas de dediquei enquanto podia a sentir o perfume que exalava do seu pescoço. Nos separamos e então nos sentamos.

- Bebe alguma coisa? - perguntei a ela.

- Pode ser uma cerveja.

- Ótimo.

E então pedi a cerveja dela. Durante horas ficamos ali conversando. Falamos sobre nossas vidas, sobre minha faculdade, trabalho, família. E aos poucos ela também foi se soltando e contando alguns detalhes da sua vida. Disse que tinha sido casada mas que já se encontrava divorciada e por isso voltou a morar na nossa cidade. Era jornalista, fazia academia, tinha um cachorro... e por aí foi.

Depois de algumas longnecks, percebemos que já estava um pouco tarde. Eu particularmente não estava nem aí. Mas ela disse que não poderia demorar muito pois tinha que acordar cedo no dia seguinte. Sem querer atrapalhar os planos da moça, concordei. Fui ao caixa, paguei nossa conta e fomos para o lado de fora do pub. Renata estava em seu próprio carro, então era descartada uma carona. Mas disse a ela que a escoltaria pra casa com o meu carro logo atrás do dela. E assim fizemos. Ela voltou a morar na mesma casa de antes, junto com sua mãe.

No caminho fui me lembrando de tudo o que acontecera naquela noite em que a vi, maravilhosamente, se masturbando. Bastou me lembrar pra que meu pau desse sinal de vida.

Encostamos e ela foi guardando o carro dela na garagem. Eu desci do carro e fiquei na porta do esperando que ela terminasse com o carro dela e fosse pra dentro. Assim que ela saiu da garagem, ela veio até mim. Sinceramente eu não sabia como proceder, pois não se tratava de um encontro entre namorados, foi apenas um encontro casual entre amigos.

- Sabe, eu me diverti muito essa noite. Não esperava sequer encontrar com você ali. Mas foi uma ótima surpresa. - ela disse.

- Eu também, pode acreditar.

- Bom, é melhor eu entrar então. Amanhã tenho que acordar cedo. Você sabe né?

- Sei sim. Boa noite pra você Renata, foi um prazer ter te encontrado.

- O prazer foi meu. - disse ela.

Nos abraçamos, trocamos telefones e então novamente e nos despedimos. Entrei no carro e prossegui até a garagem da casa de minha mãe. Ainda pelo retrovisor pude ver que ela me acompanhou com os olhos até quando eu estacionava o carro. Logo eu já tinha perdido ela de vista.

Entrei dentro de casa e vi que em cima da mesa minha mãe tinha deixado um prato com comida e um bilhete: "É só colocar no micro-ondas. Você sabe como fazer, certo?". Minha mãe com suas gracinhas...

Guardei o prato na geladeira e fui para o quarto. Peguei a minha toalha, fui para o banheiro e tomei um belo banho quente, ainda me lembrando da noite maravilhosa que eu tive. Saí do banheiro enrolado na toalha e caminhei até a cama. Sentei-me e comecei a pensar na noite de anos atrás quando eu vi Renata pela janela. E pensei: "Será que consigo ver alguma coisa hoje?”.

Fui até a janela e me sentei. Mas foi inútil, já que as luzes do seu quarto estavam apagadas. Mas de repente, a luz se acendeu. E Renata caminhou até a cama, vestida apenas num baby-doll fantástico! Ela se deitou na cama, exatamente como naquela noite, e começou a se masturbar. Meu cacete ficou em plena forma em menos de 2 segundos. Como eu estava de toalha, facilmente era visível meu estado de excitação. Meus olhos não desgrudavam dela, a vendo sentir todo aquele prazer. Mas me caiu a real que pior era saber que ela sentia todo aquele prazer SOZINHA! E eu ali, dando bobeira. Olhei para o lado e comecei a pensar: "Mas o que eu podia fazer? Éramos amigos, apenas amigos. E eu sou casado." Tudo isso pesava muito.

Quando voltei a olhar para o quarto de Renata, ela estava em pé olhando diretamente pra mim. Pensei que novamente ela fosse fechar a janela como ela tinha feito anteriormente. Mas para a minha surpresa, ela não o fez. E com um dedo indicador, ela fez um sinal me chamando. "Pera aí, ela tá me chamando?" - eu pensei. E com a mão fiz sinal: "EU?". Com a cabeça ela confirmou. Eu saí de perto da janela e fiquei muito pensativo. Pensei em toda a minha vida, no meu casamento, na esposa, na oportunidade que estava aparecendo ali... Fiquei sem saber o que fazer. Então meu celular acende a luz e ouço o toque de mensagem. Corro até o aparelho achando que poderia ser a esposa, não sei. E mexi no aparelho. Vejo a informação da mensagem na tela do visor e abri a mensagem que dizia o seguinte:

"Vai ficar aí me olhando como da outra vez ou vai descer aqui e terminar o que você não terminou naquele dia?" - De: Renata.

Foi como se eu tivesse tomado um soco na cara! Coloquei o celular em cima da cama e fiquei parado, estático, sem saber o que fazer ou dizer. Então tomei coragem. Peguei uma calça, uma camisa e desci descalço mesmo. Abri devagar a porta dos fundos e fui até o portão da casa de Renata. Para a minha surpresa, o portão estava destrancado. Entrei sem problemas e fui até a janela do quarto dela. Também já estava aberta. Com certeza ela queria evitar que sua mãe acordasse com o barulho da porta abrindo. Pulei para dentro do quarto e assim que adentrei, Renata me pegou de surpresa, me encostando na parede e me beijando loucamente. Nossas línguas dançavam dentro da boca um do outro. Suas mãos percorriam meu corpo, assim como as minhas percorriam o corpo quente dela. Ela ainda estava de Baby-doll e não parávamos de nos beijar. Devagar fui descendo minhas mãos até as coxas de Renata e lentamente subindo seu baby-doll, deixando sua bunda maravilhosa livre. Aproveitei a acariciei sua bunda com as mãos, fazendo Renata dar leves gemidinhos. Renata não se conteve também e com muita destreza, desabotoou minha calça, desceu o zíper e com uma mão, pegou meu cacete duro e trouxe pra fora. Ela ficou me punhetando devagar, me deixando doido.

Então virei Renata e a deixei de costas pra mim. Mas não era assim que eu a queria, então a virei e a encostei na parede. Ela botou suas mãos na parede, apoiando seu corpo, enquanto o meu corpo (e consequentemente meu cacete) se apoiava completamente no corpo dela. Foi assim que eu pude ter maior liberdade para ver aquele corpo branquinho e gostoso. Levante seu baby-doll por completo, tirando ele do corpo de Renata. Seus cabelos longos e lisos caiam pelas suas costas, me deixando bem excitado. Com a mão, tirei seu cabelo de lado e fui deslizando a minha língua pelo seu corpo. Dando leves mordidinhas nas suas costas. Fui descendo, descendo até que cheguei à sua bunda. A Fiz empinar ainda mais o rabo e enfiei minha cara no meu da bunda dela. Minha língua cravou com força no seu grelinho, fazendo Renata gemer alto. Eu estava de joelhos perante aquela mulher, literalmente falando. Afundava minha língua na sua bocetinha, segurando sua bunda com as mãos. Renata apenas dizia: "Isso, lambe mais. Mais...". Muito obediente, eu obedecia.

Depois de sugar muito aquela boceta maravilhosa, tirei Renata da parede e a deite na cama. Ainda queria chupar mais aquela boceta melada. E abrindo suas pernas, me ajoelhei colado na cama e comecei a chupar sua boceta. Renata segurava seus seios com as mãos, brincando e massageando-os. Concentrei minha língua no seu clitóris e com um dedo enfiado na sua bocetinha, fiz Renata gozar na minha boca. Seu melzinho escorria pela minha boca, deixando meus lábios e ao redor deles, completamente lambuzados. Não me contentei apenas com esse gozo e novamente lá estava eu chupando aquela linda boceta, com pouquíssimos pêlos. Chupava Renata com gosto, com vontade mesmo. Até que ela anunciava um novo gozo. Em segundos a minha boca era inundada mais uma vez com o gozo de Renata, que gemia cada vez mais alto.

Preocupado, eu disse que ela tentasse se conter para não acordar sua mãe. Então a surpresa: A mãe dela tinha viajado e deixado ela sozinha em casa por dois dias! Como foi bom ouvir aquilo...

Então, do jeito que ela estava deitada, eu apenas mirei minha piroca na sua boceta e devagar fui enfiando. Devagar... devagar... até que meu pau estava completamente enterrado dentro dela. Comecei o vai-e-vem devagar, acelerando aos poucos. Até que chegou ao ponto da minha pélvis estar batendo com força na de Renata. Olhávamo-nos apaixonados um com o outro, completamente cheios de prazer.

Pedi pra que Renata visse por cima de mim, pois eu queria muito ver aquela mulher cavalgando em cima de mim. E assim ela fez. Eu me deitei, ela subiu na cama e devagar foi encaixando sua boceta no meu pau. E então, de uma vez, ela escorregou o danado pra dentro dela. Apoiando as mãos na minha barriga, Renata começou a subir e a descer com mais força. Estava maravilhoso aquela transa e com as mãos eu segurava seus seios médios, apertando os biquinhos de leve. Renata já anunciava o segundo gozo e eu a incentivava dizendo:

- Goza minha gostosa, goza nesse pau duro dentro de você.

Renata encurvou seu corpo pra trás e seu corpo começou a tremer. Sua carne estava fora de controle e então ela gozou. Enquanto ela gozava, ela gritava por mais... mais e mais!

Assim que ela terminou, virei Renata e a botei de quatro. Agora sim eu ia mostrar pra ela o que era um homem. Abri bem a sua bunda, cuspi na cabeça do pau e o posicionei na entradinha dela. Encaixei o pau, e com força comecei a bombear. Eu segurava a bunda de Renata com força, puxando e levando o corpo dela pra frente e pra trás. As batidas do meu corpo com o corpo dela eram tão fortes, que eu acredito que era possível de se ouvir da rua! Mesmo assim eu continuei e ela adorando tudo. O prazer estava intenso e Renata anunciava outro gozo. Eu também já não estava aguentando, até que ela disse:

- Não goza ainda! Quero que coma meu cuzinho!

Nossa! Eu nem sabia o que falar. Parece que meu tesão triplicou nessa hora. Tive que pensar em batata frita, na minha avó ou qualquer outra coisa pra não gozar ali. Felizmente Renata não demorou muito e logo ela gozava, rebolando aquele traseiro na minha pica. Quando ela terminou de gozar, ela olhou pra trás, com uma cara safada, rebolando bem devagar. Tirando e colocando o pau dentro dela.

- Tá vendo esse cuzinho na sua frente? - ela perguntou ainda rebolando.

- Aham...

- É seu. Come bem gostoso, come?!

Não pensei duas vezes. Mesmo de quatro, cuspi no seu anelzinho e com meu dedo indicador fui brincando com ele. Devagarinho fui enfiando meu dedinho pra abrir passagem para os 18 centímetros que viriam a seguir. Tirei o dedo, cuspi na cabeça do pau e devagar fui colocando no anelzinho dela. Fui empurrando, empurrando... Até que todo o pau estava dentro dela. Aumentei os movimentos e Renata gritava de prazer. Gemia alto, rebolando seu rabo no meu cacete. O pau entrava por completo dentro dela, batendo as bolas na boceta dela. Eu já enfiava com mais força, com mais virilidade. Mas não durei muito, pois estava muito gostoso aquele rabo. E então anunciei o gozo.

- Vou gozar... Vou gozar...

- Isso, goza dentro de minha meu macho! Goza, lambuza sua putinha por dentro...

Assim que minha porra começou a inundar Renata, ela gozou também. Juntos nós gozamos maravilhosamente! Meu corpo tremia de prazer e logo comecei a voltar ao normal, ainda com meu pau dentro dela. Ela então se virou e eu a abracei por trás. Aos poucos meu cacete foi saindo do cuzinho dela. Ficamos ali, quietos apenas sentindo a respiração um do outro, nos acalmando.

- Você se lembra daquela noite? - perguntou Renata.

- Lembro sim, por quê?

- Porque desde aquele dia eu venho sonhando com esse dia de hoje. Sonhando em realizar tudo aquilo que eu sonhava naquela época.

- Então naquela época você já queria algo comigo? - perguntei MUITO surpreso.

- Não estava claro pra você?

- Claro que não! Mal nos falávamos...

- Isso é verdade. Acho que éramos tímidos demais. Mas agora tudo tá tão diferente. Eu divorciada, você casado, moramos em lugares diferentes...

- Mas quer saber o que realmente importa? - perguntei.

- Não, o quê?

- Que estamos juntos aqui e agora e podemos aproveitar essa noite enquanto pudermos. A não ser que você tenha algum compromisso amanhã.

- Já desfiz de todos eles...

Nos beijamos e rimos um para o outro, prontos para aproveitarmos ainda mais o tempo que tínhamos.

Conto originalmente publicado na Casa dos Contos

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Devore-me

Imagine a cena: você e @ parceir@ chegam ao quarto do motel e dão de cara com uma cadeira diferente e não sabem nem por onde começar a usá-la. Não se preocupe, seus problemas acabaram (aloka!). A partir de hoje vou mostrar algumas posições para fazer na chamada "Cadeira Erótica". Começamos com uma posição básica e simples, para irem se adaptando e não ter desculpa para não tentarem, por isso, inspirem-se e aproveitem...


Posição 1

Descrição: A mulher deita de costas, apoiando as costas e os pés, enquanto o homem em pé e de frente a penetra.

Vantagens: O homem tem uma visão de todo o corpo da parceira, e as mãos livres para aproveitar e usá-las nas preliminares, sem esquecer que nessa posição a penetração é bem profunda. #ui

Desvantagens: Não há.

P.S. As posições podem e devem ser adaptadas por todos os casais e/ou pares.

Tay


terça-feira, 17 de abril de 2012

Plenos Prazeres

Eu adoro o novo clipe da Madonna, a participação do grupo ucraniano Kazaky foi um acerto da rainha do pop, afinal, onde ela poderia conseguir dançarinos mais sexys do que eles??? O clipe já causou muito bafafá e no youtube ele é classificado para maiores de 18 (oi?). Bom, chega de blábláblá, aperta o play e se joga...


segunda-feira, 16 de abril de 2012

No Divã


Oi Tay!

Me chamo Carla e minha História é a seguinte: estou saindo com um carinha mais velho do que eu a alguns dias, tenho 25 e ele 45, nos conhecemos em uma sala de bate papo, conversamos por uns dias e transamos no primeiro encontro. Ele é muito gostoso e a química entre nós é incrível. Na terceira vez que saímos ele queria fazer sexo anal e eu não quis, disse que não gostava, mas na verdade estava preocupada de passar o cheque, porque sofro de prisão de ventre. Ele insistiu, disse que ia fazer com carinho e tal, ai não aguentei e falei a verdade. Sabe qual foi a solução? Ele me deu um laxante, para ajudar, só que na hora da penetração foi um desastre, me caguei toda, no pau dele principalmente, e para minha surpresa ele adorou, gozou feito um louco vendo aquela cena e agora quer repetir a dose. Ai Tay, me ajuda, o que faço???

Oi Carla!

Menina, que situação heim??? Olha, quando falamos de fetiches não existem limites, e com o boy em questão isso não é diferente. Bom, primeiramente deve fazer o que for melhor para ti, por exemplo, se a situação não te causou constrangimento, dor, e foi uma experiência que merece repeteco, vai lá, se joga. Agora se não foi legal, se não te sentistes bem, não vale a pena repetir a dose só para satisfazer o cara. Existem outras maneiras para se satisfazerem, outras descobertas para sentir prazer, é só partir para a ação.

Tay