sábado, 30 de abril de 2011

Surpresas na hora H!!!


A história a seguir é ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência: Você sai para a balada louca para sensualizar, consegue pegar o cara mais gostoso da boate, deu uns amassos pesados e conseguiu finalmente ir para um lugar mais reservado, porém, na hora H, SURPRESA!!! A pessoa esqueceu de lavar as partes, os pêlos parecem estarem ali desde a adolescência, para piorar o gostosão não sabe cair de boca e fode rápido igual um pato. Você então pergunta: O que fazer??? Relevar esses detalhes e seguir em frente ou fugir dessa fria??? Vamos lá...

Pessoa fedida e adepta a preservação das matas em regiões intimas realmente é complicado. Tomar banho e depilar-le não dói, não custa (quase) nada, e esse papo de dá uma chupadinha e sair com pentelho no dente, na garganta, realmente não é nada agradável. Então, se aparecer algo nesse sentido pense bem se vai valer a pena levar adiante essa possível foda.

Cair de boca não é para qualquer um, e nem dá para guiar do jeito que a gente gosta se a foda for casual. Não vais querer parecer um flanelinha ajudando alguém a estacionar né??? "Mais para lá, para cá, desfaz, desfaz...".

Sinto informar caro leitor, mas fodas ruins fazem parte da vida da pessoa que transa com vários parceiros diferentes, para aqueles que gostam de diversificar... Se passares por isso a situação é a seguinte, te veste e cai fora, nem espera desculpas esfarrapadas, e nem pense em segunda chance, se a primeira foi ruim, para quer correr o risco de outra foda pior ainda.

Então fica a dica, se aparecer alguma surpresinha dessas, pense seriamente se vale a pena arriscar ou se é melhor sair rapidinho e tentar a sorte em outro lugar...

Tay

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Entrelinhas


Sou dela, sou dele
Aquela que ama a doçura
Aquela que não dispensa o carnal!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Histórias de Quinta


"Amarrada para gozar"

Na sexta-feira meu namorado e eu fomos a um barzinho. Depois de bebermos um pouco, comigo já ligeiramente tonta (o que não é difícil), fomos ao motel. Fiquei mais curiosa ainda porque ele pediu para que eu esperasse no carro, enquanto “preparava o ambiente”. Meu coração batia a mil, mas eu sentia minha vagina formigando tal era o ambiente sedutor que ele criou. Em poucos minutos, ele apareceu, tirou-me do carro e colocou uma venda nos meus olhos. Quando notou meu receio, disse gentilmente:

- Por favor, não reaja, ok?.

- O que você vai fazer – indaguei curiosa e, confesso, já um tanto receosa.

- Nada que você não vá gostar, apenas curta o momento.

Glauco me conduziu para dentro e me deitou na cama, onde começou a me beijar. Correspondi, mas quando comecei a acariciar o seu corpo ele segurou minhas mãos e disse para eu ficar quietinha. Lentamente, ele foi me despindo e acabei nua, ainda vendada, mas totalmente nua. De repente, ele segurou minha mão e colocou algo que senti como uma faixa no meu pulso. Em ambos. Estranhei e resmunguei:

- Glauco, o que é isso? O que você está fazendo?

- Fica quietinha. Não confia em mim?

Mesmo receosa, relaxei mais quando ele beijou meus seios, minha barriga e foi descendo até meus pentelhos macios. Novamente, ele envolveu meus tornozelos com o mesmo tipo de fita e, vencendo uma resistência natural minha, fez com que minhas pernas se abrissem. Não apenas se abrissem. Ficassem escancaradas, esticadas e totalmente abertas para ele. Então ele tirou a venda. Eu estava atada aos quatro cantos, parecendo uma estrela de quatro pontas. Ele tinha passado duas longas fitas por baixo do colchão para amarrar-me, de forma que meus braços ficaram estendidos para a lateral, igualmente como a perna.

Não vou negar. Assustou-me um pouco aquela situação. Ele ria, mas dizia para eu ficar despreocupada, pois iria gostar. Então, aproximou-se do meu ouvido e sussurrou: “você gosta de ser chupada, né?”. Eu consenti com a cabeça e ele continuou: “então hoje você vai descobrir de verdade o que é ser demoradamente chupada”. Seu olhar não deixou dúvidas do que ele iria fazer, tão pouco da intensidade que planejava.

Ajeitando-se entre minhas pernas, ele começou a lamber meus pelos pubianos, cheirando-o como um cachorrinho em busca de sua cadela no cio. Adorei e deixei que sua língua percorresse minha fenda molhada. Na verdade, melada. Glauco chupou, lambeu e sugou meu clitóris, provocando os arrepios que me fascinam. Então, ele ficou olhando para minha boceta e enfiou o dedo algumas vezes. Quando o tirou, ele veio me mostrar um caldo viscoso, cristalino, fruto da minha excitação. Passou os dedos no meu mamilo e chupou lentamente.

Eu estava ficando louca e, percebendo meu estado, ele chupou-me com mais velocidade até que eu explodisse no primeiro orgasmo daquela noite. Não conseguia fechar as pernas, de forma que me contorci como pude. Quando achava que ele iria me penetrar, ele se levanta e vai ao frigobar pegar uma cerveja. Sem pressa alguma, começou a se despir (sim, ainda estava de calças e meia) enquanto iniciava a latinha.

- Você quer? – perguntou rindo.

- Sacana – ri sonoramente – você sabe que eu adoro cerveja. Isso é tortura...

- Você ainda não viu o que é tortura... mas eu vou dar cerveja a você, minha linda.

Ele se aproximou da cama, já sem roupa e com seu pau duro apontado para mim. Achei que iria finalmente me penetrar, mas novamente ele começou a sugar meus seios. De forma inesperada, ele deixou cair cerveja gelada nos meus mamilos. Ri e gritei, mas ele logo respondeu: “não falei que ia dar cerveja para você?”. Começou a me lamber, aproveitando a cerveja que escorria pelo meu corpo. Meus mamilos estavam pequeninos e duros, mas o contraste entre o frio da cerveja e o calor de sua boca era delicioso. De repente, ele vai para baixo e faz o mesmo entre minhas pernas.

Não sabia se gemia ou ria, mas amei a sensação. Ele me lambia para sorver a cerveja, ao mesmo tempo que enfiava a língua na minha boceta. Repetindo essa operação incontáveis vezes, novamente, gozei sonoramente entre goles de cerveja e lambidas. Glauco me “limpava” da cerveja, lambendo a polpa da bunda, virilha, provocando novos e deliciosos arrepios. Quando retomei a respiração normal, ele se curvou para o lado e enfiou a mão por baixo colchão, voltando com um pacotinho que imaginei ser um preservativo. Oba, finalmente, eu iria ser penetrada!

Mas não era. Na verdade, era um sache com uma pomada KY. Ele olhou para mim e riu. Abriu lentamente, enquanto me dava um beijo na boca, e falou para eu relaxar e sentir. Mais relaxada impossível, já que tinha gozado duas vezes. Estava mesmo era apreensiva. Glauco recomeçou a beijar minha barriga e arregalei os olhos quando ele untou minha bunda com o gel. Bunda não. Meu ânus mesmo. Primeiro uma sensação fria, depois esquentou.

Então ele recomeçou a me beijar os pentelhos e foi, lentamente, abrindo a fenda com a língua. Ao mesmo tempo, seu dedo pressionava meu cuzinho virgem, mas como eu sempre adorei carícias lá trás, não me importei muito com isso. Entretanto, ele queria mais. Sua língua não estava como nas outras vezes. Ele fazia um movimento ritmado, lento e circular. Eu podia sentir meu clitóris inchando, mas o que me excitava mais eram suas carícias no meu rabinho. Quando entrou, comecei a delirar. Seu dedo foi facilmente para dentro do meu cuzinho e, somado ao prazer da língua em meu botão inchadinho, novamente tentei requebrar.

Ele fazia o dedo entrar e sair devagar, mas quando começou a fazer com que ele “vibrasse”, fui tomada por um prazer indescritível. E foi assim, com seus dedos enfiados no meu cuzinho e sendo chupada que cheguei ao terceiro orgasmo da noite. Quase desfalecida de tanto gozar, me dei por vencida. Ele chegou ao meu ouvido e sussurrou:

- Te falei que você ia ser chupada até não agüentar, não falei?

Só tive forças para sorrir. Então, ele se ajoelhou ao meu lado, deixando aquele mastro duro perto do meu rosto, e começou a se masturbar. Eu nunca tinha visto isso. Claro que já tinha masturbado namorados, mas o ver fazendo isso assim, sozinho, me deixou doida de tesão. Não conseguia parar de olhar para seus movimentos, para a forma com que ele ajeitava a mão, com que passava saliva na cabeça do pau e na velocidade de suas mãos.

- Tá gostando de me ver bater uma punheta para você?? – perguntou.

- Tô amando. Adorando. Quer uma ajuda? – falei, sem me importar por estar totalmente amarrada.

- Não, falei que hoje você não iria reagir a nada, não falei?

Estava de fato fascinada. Hipnotizada. Embora tivesse gozado três vezes, minha bocetinha ainda se contraía só pelo tesão do que estava acontecendo. Então, Glauco avisou que não estava agüentando mais e se levantou. Ele ficou de pé na cama, acima da minha barriga, com um pé de cada lado do meu corpo. Com uma mão,ele alisava e apertava a base do pênis, enquanto a outra estava num movimento alucinado. De repente, o primeiro jato de esperma saiu grosso, caindo no meu queixo e peito. Os seguintes caíram sobre minha barriga, quando ele se curvou de tesão e continuou na sua punheta louca, despejando as últimas doses de porra nos meus pentelhos. Quase gozei só de ver isso. Ficou apertando seu pau firmemente até sair a última gota. Aí ele se abaixou um pouco e com o pinto ficou esparramando sua porra nos meus pelinhos e na barriga.

Ajoelhando exausto ao meu lado, ele se abaixou e, para minha total surpresa, passou a língua na sua própria porra sobre meu queixo, enfiando-a na minha boca. Jamais esperava ver um homem fazer isso. Nosso beijo foi misturado ao seu preciso líquido, enchendo-me de tesão pela noite.

Após isso, ele me soltou e ficamos abraçados. Amei a surpresa e não vejo a hora de repetir a dose, talvez com um pouco mais de ousadia da minha parte.

Rubia Amada

Conto originalmente publicado na Casa dos Contos

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Devore-me


A Pressionada

Descrição: O homem fica de cócoras, e a mulher fica de frente para ele, deitada, apoiando-se sobre os cotovelos, com as pernas contra o peito, pressionando-as nas pernas do parceiro.

Vantagens: Uma penetração profunda e a visão privilegiada do ato. UI!

Desvantagens: Ficar de cócoras alguns minutos não é para todos, e as vezes a penetração muito profunda pode ser um incomodo para algumas mulheres.

Tay

Dois anos de Confissões


Dia 15 de março foi uma data especial: aniversário de dois aninhos do Confessionário da Sedução, o nosso blog, nosso cantinho, no qual compartilhamos muitas dúvidas, experiências, Histórias, momentos...

Pode parecer uma frase clichê, mas sinceramente não tenho palavras para agradecer todo o carinho de vocês durante esses dois anos de blog. Cada email, mensagem, comentário, são recebidos com aquela sensação gratificante de está fazendo a diferença para meus leitores, meus fiéis seguidores.

Obrigada a todos que fazem desse espaço o seu espaço, que dividem comigo diariamente as dores e as delicias do sexo, da vida...

Tay