domingo, 25 de setembro de 2011

Doce Deleite



Animal Voraz - Cristovam Melo

e teu corpo
galopando sobre o meu
é o movimento que, nesse instante,
alcançam os meus olhos
e os teus

tuas coxas macias
me laçando
como se eu fosse uma presa
deixando cair sobre mim
o cheiro da tua boceta

teu cu
encaixado no meu pau
faz com que eu perca a voz
            [suplicando-te mais

– e perco o norte
em meio ao jogo frenético de subir
e descer cada vez mais
                           forte –

então, num gozo, urro
como um animal atroz
e voraz

sábado, 17 de setembro de 2011

As mentiras que ELES contam


Outro dia estava conversando com uma amiga pelo msn, e ela estava arrasada por causa de um certo alguém. O cara tinha sumido após transarem, porém, antes disso passaram noites e mais noites conversando pela net, mil promessas para quando se encontrassem e o que aconteceu??? Ele deu uma de teletubbies, comeu e xaaau!!!

Mais vamos combinar, quem nunca ouviu uma mentirinha básica de um cara??? Tem umas que são inacreditáveis, mas o povo ainda cai. Vamos a alguns exemplos clássicos:

- "Que saudade!!!". Essa é daquele tipo que tem a verdade nas entrelinhas, ou seja, que vontade de te comer...

- "Amanhã te ligo ou a gente se ver...", e querid@, eis que esse amanhã nunca chegou. Pois é meu bem, se foi após uma foda casual as chances dele ligar são remotas, mas para você que ainda acredita em Papai Noel e coisas do gênero, não custa nada ter esperanças.

"Não vai dá para gente se ver hoje, estou cheio de coisas para resolver no trabalho, mas amanhã... ". E eis que mais uma vez você aguarda ansiosa por esse amanhã.

- "Eu ia te encontrar mas tava sem grana, e para piorar meu celular descarregou". Essa é das boas, porque vem logo duas mentiras em uma, um verdadeiro Combo.

- "Eu ia te procurar, mas estou sem tempo". Se antes ele fazia tudo para te encontrar tendo a mesma rotina, como é que agora não tem mais tempo??? 

- "Faz tempo que eu e minha mulher não dormimos juntos". Quem já saiu com caras comprometidos com certeza já ouviu essa frase. Quem acredita nesse papo??? Só eles mesmos né???

- "Só espero meus filhos crescerem para eu me separar". Outra clássica dos caras comprometidos, e desde quando criança segura casamento???

- "Ela é só uma amiga". Ok, ok, e desde quando transamos com inimigos né???

- "Não é o que parece". Se essa frase vier após um flagra ou algum tipo de situação comprometedora, melhor fingir que acredita e dá o fora.

- "Não quero terminar com você, só preciso de um tempo". Essa é a desculpa para o cara comer outras pessoas sem peso na consciência, se não achar nada melhor ele pode voltar para a ex sem culpa.

"Isso nunca me aconteceu antes". Então quer dizer que você foi privilegiada de ver a primeira broxada da vida dele??? Faça-me o favor né???

E você, já ouviu muitas mentiras??? Tem alguma diferente para contar??? É só comentar...

Tay

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Entrelinhas


"A castidade é a mais anormal das perversões sexuais" (Aldous Huxle)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Histórias de Quinta



"De esposa recatada a puta depravada"

Somos casados ha 3 anos, minha esposa tem 25 anos e eu 28.Fui seu primeiro namorado, seu primeiro homem, sua primeira trepada. Ela tinha 17 anos, e apesar do tesão que mostrava ter, era muito recatada sexualmente. Antes do casamento a gente só fazia o ‘papai-mamãe’, e no escuro. Oral, só eu nela.

Adorava ser chupada, mas quando eu pedia o troco, ela dizia:

- benzinho eu não dou conta, não tenho coragem...

Como a gata era – e é – deliciosa, não insisti e deixei para ver o que acontecia depois do casamento, eu tinha certeza que iria rolar algo muito delicioso mais tarde.

Mas não foi bem assim. Certo é que melhorou, ela já aceitava meter com a luz acesa, não escondia o corpo mais, deixava que eu a chupasse toda, inclusive ajudava a abrir as nadegas para expor o cuzinho para minhas lambidas, mas quando eu introduzia um dedo ela fugia, alegando muita dor. Beijava apenas levemente a cabeça do meu pinto, mas chupar gostosamente, jamais. Mas tinha uma mãozinha deliciosa e quente, e as punhetas que batia para mim eram divinas e maravilhosas. Mas eu queria gozar naquela boquinha linda, esporrar nos seus peitinhos deliciosos, comer seu cuzinho!

Todas minhas tentativas eram infrutíferas, então comecei a comprar DVDs pornô, principalmente os com muita felação e sexo anal. Ela adorava assistir e ficava tesudissima, ainda que sem muito convicção começou a me chupar mas, dar o cuzinho, ainda não. Confesso que nosso casamento estava a perigo, e tentei uma ultima cartada: fui induzindo a gata a assistir a filmes de ménages e sugerir que poderíamos ir uma casa de swing para assistir ao vivo aquelas cenas que lhe davam tanto tesão. A princípio ela não gostou da idéia, mas uma noite na qual saímos para jantar e ela tomou um pouco de vinho a mais, antes de ir para casa entrei em um motel e no quarto, a coloquei de quatro na cama, e enquanto ela assistia ao filme onde um ator bem-dotado comia o cuzinho da uma atriz muito gostosa, eu lambia seu cuzinho e enfiava dois dedos em sua xoxotinha, e ia perguntando: ‘você não gostaria que agora o meu pau estivesse entrando em sua bundinha, enquando voce ia chupando outro pau até eu gozar dentro de sua bunda e o cara dentro da sua boca”? Ela deixou escapar um

- sssiiiiimmmm’ ‘ssssiiimmmm’

E de repente disse:

- Eu quero este pau é agora’.... me dá este outro pau agora que eu te dou o cu para você meter nele...”

Mais que rapidamente levantei, coloquei minha roupa, a fiz fazer o mesmo, e saímos rapidamente do motel... ela perguntava sem entender, “onde vamos?” eu respondi “vou te levar a este pau extra que você quer”...

Rapidamente estávamos em uma casa de swing famosa em Moema, e ainda no estacionamento mandei ela tirar a calcinha e o sutiã e ficar apenas com o vestidinho curto que estava, com a sandália rasteirinha.

Minha mulher estava uma delicia, respirando sexo e exalando tesão, rosto corado de alguém que vai fazer alguma coisa muito boa, sorriso maroto e olhos brilhando. Um tesão ambulante.

Passamos pela recepção e entramos diretamente no salão principal, onde na meia luz do ambiente um go-go-boy fazia um strip acompanhado de uma bela morena.

Minha mulher estava hipnotizada pela cena, não tirava os olhos por um só momento, e quando a morena pegou no pau do striper e começou a chupá-lo, ela até gemeu de tesão...

Por baixo da mesa coloquei a mão entre suas coxas e pela falta da calcinha e lubrificação de sua bocetinha, meu dedo entrou fácil em sua rachinha... ela olhou para mim e disse:

- Que hora vou ter o outro pau que você me prometeu?

Levantei e a conduzi para dentro do ambiente, onde em uma sala almofadada existiam vários buracos na parede... Ela olhou os buracos sem entender nada, mas de repente um pinto bem avantajado apareceu pelo buraco, ela olhou para mim e perguntou...

- Meu amor, posso?

Antes mesmo que eu concordasse, ela já tinha pegado o pinto com as duas mãos, e maravilhada o punhetava carinhosamente, e quando ela parava e ficava olhando, o pinto mexia na mão dela e ela voltava a masturbação...

De outros buracos começaram a surgir novos pintos, e ela se encantou por um em especial, negro e reluzente, grosso e com veias saltadas, devia ter uns 20 cm e quase o diâmetro de uma lata de refrigerante...

Com este na mão, ela se esqueceu de minha presença... punhetou o cavalar cacete e quando começou a escorrer aquela gotinha de pre-gozo ela com as duas mãos ajeitou o cacete na boca e tentou engoli-lo... Quando ela conseguir enfiar a cabeça toda na boca engasgava e o tirava, para depois tentar novamente.

Meu pau quase estourava de tão duro, apreciando minha querida esposa tentando engolir um cacete que mais parecia de um jumento. Aquele pau descomunal forçando entrada naquela boquinha, para surpresa de minha gata logo gozou, inundando de porra grossa e viscosa o rosto, os olhos e a testa da minha gata...

Ela passou a mão na porra que estava no rosto e aí, para minha surpresa, chupou os dedos até limpar toda a porra... (antes ela nunca havia deixado eu gozar na boca ou cara dela).

Quando ela voltou para o buraco da parede o pau havia desaparecido, mas em outro apareceu um pau menor e mais fino, mas igualmente duro... que foi rapidamente agarrado e chupado avidamente...

Neste momento ela viu que eu estava me punhetando, olhou para meu pau, para meu rosto, levantou o vestidinho me mostrando o cuzinho, e disse com o maior dengo...

- Você não vai comer meu cuzinho, meu amor???

Ai ficou com as mãos abrindo as nadegas, expondo o cuzinho para mim, e com o pau do felizardo desconhecido na boca...

Ajeitei meu pau na entrada da sua xoxota para lubrificar com todo aquele mel que escorria por suas coxas, encostei a cabeça no cuzinho que ansiava comer, e fui forçando aos poucos... como estava com a boca cheia, ela nem gemeu, e com minha pressão e seu rebolado, em pouco tempo meu pau tinha sumido todo dentro do cu da minha amada.

Alguns minutos depois gozei, e quando ela sentiu minha porra inundando sua bundinha por dentro, acelerou a chupada no pau do rapaz que também gozou na cara dela novamente...

Ela então passou a mão na porra dele e espalhou pelos peitos, e com a outra passou na bunda e recolhendo a porra que escorria do cu colocou os dedos dentro da boca, e engoliu aquela porra que tinha até um pouquinho de sangue das preguinhas arrancadas pela metida... Levantou-se e me beijou na boca, e senti o gosto da porra dos amantes que gozaram antes em sua boca, misturada com minha porra...

- Vamos para casa meu amor... ela disse... quero lhe dar outro presente, em casa...

Conto originalmente publicado na Casa dos Contos

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Devore-me



Descrição: A mulher deita de bruços apoiando-se nos cotovelos, as pernas ficam estendidas e ligeiramente separadas. O homem senta entre as pernas dela sustentando o peso do corpo nas mãos. Em seguida se inclina para trás e a penetra, quando acontecer a mulher junta as pernas.

Vantagens: O homem tem visão da penetração, e para ficar melhor, a mulher pode variar a posição arqueando as costas o máximo possível, essa mudança de posição estreita a vagina apertando o pênis, deixando o parceiro louco de prazer.

Desvantagens: Não há.

Tay

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Plenos Prazeres

Você já ouviu falar do grupo Kazaky???

Quatro boys magia surgem direto da Ucrânia, com corpos lindos e muita sensualidade, arrasando nas coreografias.

Dizem que são gays, mas recentemente uma polêmica surgiu quando um deles disse que a inspiração da sua carreira vem da NAMORADA. O bafón foi geral, mas sinceramente isso não faz diferença nenhuma, o importante é que eles arrasam, e tudo isso em cima do salto... #caralhentos

Então querid@, aperta o play e segura a umidificação, por que os boys são óteeemos!!!


segunda-feira, 25 de julho de 2011

No Divã



Certo dia, pelas salas de bate papo da vida, um amigo vem com a seguinte conversa: "Tay, eu não gosto de receber sexo oral. Não é o caso de não gostar do sexo oral com a atual parceira especificamente, pois, acontece com todas que já fizeram. Isso é normal???"

Pergunta polêmica para voltar com as postagens né??? Vamos lá...

Quando recebi essa pergunta confesso que fiquei meio surpresa, afinal, o que a gente costuma ouvir nas conversas é o que: que o cara adora uma chupadinha, e mais, qual pessoa nunca teve sua cabeça empurrada "sem querer" lá para baixo alguma vez???

Perguntei para alguns amigos e um também concorda contigo, ele disse que não tem nada de fuderoso na chupada em si, o que ele gosta realmente é de ver a parceira se empenhando na chupadhenha.

Bom, quando o assunto é sexo, não existem regras a serem seguidas, o que proporciona prazer a um, pode muito bem não "emocionar" o outro. Não se sinta mal por isso, ainda mais se for algum tipo de trauma, tipo, lembrança de uma dentada ou coisa do tipo, sendo assim tudo bem não querer nem ver uma boca feroz indo em direção ao teu pau. Agora se simplesmente não sente prazer, é só relaxar e partir para outra das infinitas possibilidades que o sexo  oferece...

Tay


domingo, 1 de maio de 2011

Doce Deleite


Foi um beijo...
Martha Medeiros

Foi um beijo onde não importava a boca
só tuas mãos quentes me apertando pelas costas
nada estava acontecendo na minha frente
e a ansiedade que havia não era pouca
teus dedos perguntavam pra minha blusa
se meu corpo acolheria um delinqüente
descoladas as línguas um instante
minha resposta saiu um tanto rouca

sábado, 30 de abril de 2011

Surpresas na hora H!!!


A história a seguir é ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência: Você sai para a balada louca para sensualizar, consegue pegar o cara mais gostoso da boate, deu uns amassos pesados e conseguiu finalmente ir para um lugar mais reservado, porém, na hora H, SURPRESA!!! A pessoa esqueceu de lavar as partes, os pêlos parecem estarem ali desde a adolescência, para piorar o gostosão não sabe cair de boca e fode rápido igual um pato. Você então pergunta: O que fazer??? Relevar esses detalhes e seguir em frente ou fugir dessa fria??? Vamos lá...

Pessoa fedida e adepta a preservação das matas em regiões intimas realmente é complicado. Tomar banho e depilar-le não dói, não custa (quase) nada, e esse papo de dá uma chupadinha e sair com pentelho no dente, na garganta, realmente não é nada agradável. Então, se aparecer algo nesse sentido pense bem se vai valer a pena levar adiante essa possível foda.

Cair de boca não é para qualquer um, e nem dá para guiar do jeito que a gente gosta se a foda for casual. Não vais querer parecer um flanelinha ajudando alguém a estacionar né??? "Mais para lá, para cá, desfaz, desfaz...".

Sinto informar caro leitor, mas fodas ruins fazem parte da vida da pessoa que transa com vários parceiros diferentes, para aqueles que gostam de diversificar... Se passares por isso a situação é a seguinte, te veste e cai fora, nem espera desculpas esfarrapadas, e nem pense em segunda chance, se a primeira foi ruim, para quer correr o risco de outra foda pior ainda.

Então fica a dica, se aparecer alguma surpresinha dessas, pense seriamente se vale a pena arriscar ou se é melhor sair rapidinho e tentar a sorte em outro lugar...

Tay

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Entrelinhas


Sou dela, sou dele
Aquela que ama a doçura
Aquela que não dispensa o carnal!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Histórias de Quinta


"Amarrada para gozar"

Na sexta-feira meu namorado e eu fomos a um barzinho. Depois de bebermos um pouco, comigo já ligeiramente tonta (o que não é difícil), fomos ao motel. Fiquei mais curiosa ainda porque ele pediu para que eu esperasse no carro, enquanto “preparava o ambiente”. Meu coração batia a mil, mas eu sentia minha vagina formigando tal era o ambiente sedutor que ele criou. Em poucos minutos, ele apareceu, tirou-me do carro e colocou uma venda nos meus olhos. Quando notou meu receio, disse gentilmente:

- Por favor, não reaja, ok?.

- O que você vai fazer – indaguei curiosa e, confesso, já um tanto receosa.

- Nada que você não vá gostar, apenas curta o momento.

Glauco me conduziu para dentro e me deitou na cama, onde começou a me beijar. Correspondi, mas quando comecei a acariciar o seu corpo ele segurou minhas mãos e disse para eu ficar quietinha. Lentamente, ele foi me despindo e acabei nua, ainda vendada, mas totalmente nua. De repente, ele segurou minha mão e colocou algo que senti como uma faixa no meu pulso. Em ambos. Estranhei e resmunguei:

- Glauco, o que é isso? O que você está fazendo?

- Fica quietinha. Não confia em mim?

Mesmo receosa, relaxei mais quando ele beijou meus seios, minha barriga e foi descendo até meus pentelhos macios. Novamente, ele envolveu meus tornozelos com o mesmo tipo de fita e, vencendo uma resistência natural minha, fez com que minhas pernas se abrissem. Não apenas se abrissem. Ficassem escancaradas, esticadas e totalmente abertas para ele. Então ele tirou a venda. Eu estava atada aos quatro cantos, parecendo uma estrela de quatro pontas. Ele tinha passado duas longas fitas por baixo do colchão para amarrar-me, de forma que meus braços ficaram estendidos para a lateral, igualmente como a perna.

Não vou negar. Assustou-me um pouco aquela situação. Ele ria, mas dizia para eu ficar despreocupada, pois iria gostar. Então, aproximou-se do meu ouvido e sussurrou: “você gosta de ser chupada, né?”. Eu consenti com a cabeça e ele continuou: “então hoje você vai descobrir de verdade o que é ser demoradamente chupada”. Seu olhar não deixou dúvidas do que ele iria fazer, tão pouco da intensidade que planejava.

Ajeitando-se entre minhas pernas, ele começou a lamber meus pelos pubianos, cheirando-o como um cachorrinho em busca de sua cadela no cio. Adorei e deixei que sua língua percorresse minha fenda molhada. Na verdade, melada. Glauco chupou, lambeu e sugou meu clitóris, provocando os arrepios que me fascinam. Então, ele ficou olhando para minha boceta e enfiou o dedo algumas vezes. Quando o tirou, ele veio me mostrar um caldo viscoso, cristalino, fruto da minha excitação. Passou os dedos no meu mamilo e chupou lentamente.

Eu estava ficando louca e, percebendo meu estado, ele chupou-me com mais velocidade até que eu explodisse no primeiro orgasmo daquela noite. Não conseguia fechar as pernas, de forma que me contorci como pude. Quando achava que ele iria me penetrar, ele se levanta e vai ao frigobar pegar uma cerveja. Sem pressa alguma, começou a se despir (sim, ainda estava de calças e meia) enquanto iniciava a latinha.

- Você quer? – perguntou rindo.

- Sacana – ri sonoramente – você sabe que eu adoro cerveja. Isso é tortura...

- Você ainda não viu o que é tortura... mas eu vou dar cerveja a você, minha linda.

Ele se aproximou da cama, já sem roupa e com seu pau duro apontado para mim. Achei que iria finalmente me penetrar, mas novamente ele começou a sugar meus seios. De forma inesperada, ele deixou cair cerveja gelada nos meus mamilos. Ri e gritei, mas ele logo respondeu: “não falei que ia dar cerveja para você?”. Começou a me lamber, aproveitando a cerveja que escorria pelo meu corpo. Meus mamilos estavam pequeninos e duros, mas o contraste entre o frio da cerveja e o calor de sua boca era delicioso. De repente, ele vai para baixo e faz o mesmo entre minhas pernas.

Não sabia se gemia ou ria, mas amei a sensação. Ele me lambia para sorver a cerveja, ao mesmo tempo que enfiava a língua na minha boceta. Repetindo essa operação incontáveis vezes, novamente, gozei sonoramente entre goles de cerveja e lambidas. Glauco me “limpava” da cerveja, lambendo a polpa da bunda, virilha, provocando novos e deliciosos arrepios. Quando retomei a respiração normal, ele se curvou para o lado e enfiou a mão por baixo colchão, voltando com um pacotinho que imaginei ser um preservativo. Oba, finalmente, eu iria ser penetrada!

Mas não era. Na verdade, era um sache com uma pomada KY. Ele olhou para mim e riu. Abriu lentamente, enquanto me dava um beijo na boca, e falou para eu relaxar e sentir. Mais relaxada impossível, já que tinha gozado duas vezes. Estava mesmo era apreensiva. Glauco recomeçou a beijar minha barriga e arregalei os olhos quando ele untou minha bunda com o gel. Bunda não. Meu ânus mesmo. Primeiro uma sensação fria, depois esquentou.

Então ele recomeçou a me beijar os pentelhos e foi, lentamente, abrindo a fenda com a língua. Ao mesmo tempo, seu dedo pressionava meu cuzinho virgem, mas como eu sempre adorei carícias lá trás, não me importei muito com isso. Entretanto, ele queria mais. Sua língua não estava como nas outras vezes. Ele fazia um movimento ritmado, lento e circular. Eu podia sentir meu clitóris inchando, mas o que me excitava mais eram suas carícias no meu rabinho. Quando entrou, comecei a delirar. Seu dedo foi facilmente para dentro do meu cuzinho e, somado ao prazer da língua em meu botão inchadinho, novamente tentei requebrar.

Ele fazia o dedo entrar e sair devagar, mas quando começou a fazer com que ele “vibrasse”, fui tomada por um prazer indescritível. E foi assim, com seus dedos enfiados no meu cuzinho e sendo chupada que cheguei ao terceiro orgasmo da noite. Quase desfalecida de tanto gozar, me dei por vencida. Ele chegou ao meu ouvido e sussurrou:

- Te falei que você ia ser chupada até não agüentar, não falei?

Só tive forças para sorrir. Então, ele se ajoelhou ao meu lado, deixando aquele mastro duro perto do meu rosto, e começou a se masturbar. Eu nunca tinha visto isso. Claro que já tinha masturbado namorados, mas o ver fazendo isso assim, sozinho, me deixou doida de tesão. Não conseguia parar de olhar para seus movimentos, para a forma com que ele ajeitava a mão, com que passava saliva na cabeça do pau e na velocidade de suas mãos.

- Tá gostando de me ver bater uma punheta para você?? – perguntou.

- Tô amando. Adorando. Quer uma ajuda? – falei, sem me importar por estar totalmente amarrada.

- Não, falei que hoje você não iria reagir a nada, não falei?

Estava de fato fascinada. Hipnotizada. Embora tivesse gozado três vezes, minha bocetinha ainda se contraía só pelo tesão do que estava acontecendo. Então, Glauco avisou que não estava agüentando mais e se levantou. Ele ficou de pé na cama, acima da minha barriga, com um pé de cada lado do meu corpo. Com uma mão,ele alisava e apertava a base do pênis, enquanto a outra estava num movimento alucinado. De repente, o primeiro jato de esperma saiu grosso, caindo no meu queixo e peito. Os seguintes caíram sobre minha barriga, quando ele se curvou de tesão e continuou na sua punheta louca, despejando as últimas doses de porra nos meus pentelhos. Quase gozei só de ver isso. Ficou apertando seu pau firmemente até sair a última gota. Aí ele se abaixou um pouco e com o pinto ficou esparramando sua porra nos meus pelinhos e na barriga.

Ajoelhando exausto ao meu lado, ele se abaixou e, para minha total surpresa, passou a língua na sua própria porra sobre meu queixo, enfiando-a na minha boca. Jamais esperava ver um homem fazer isso. Nosso beijo foi misturado ao seu preciso líquido, enchendo-me de tesão pela noite.

Após isso, ele me soltou e ficamos abraçados. Amei a surpresa e não vejo a hora de repetir a dose, talvez com um pouco mais de ousadia da minha parte.

Rubia Amada

Conto originalmente publicado na Casa dos Contos

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Devore-me


A Pressionada

Descrição: O homem fica de cócoras, e a mulher fica de frente para ele, deitada, apoiando-se sobre os cotovelos, com as pernas contra o peito, pressionando-as nas pernas do parceiro.

Vantagens: Uma penetração profunda e a visão privilegiada do ato. UI!

Desvantagens: Ficar de cócoras alguns minutos não é para todos, e as vezes a penetração muito profunda pode ser um incomodo para algumas mulheres.

Tay

Dois anos de Confissões


Dia 15 de março foi uma data especial: aniversário de dois aninhos do Confessionário da Sedução, o nosso blog, nosso cantinho, no qual compartilhamos muitas dúvidas, experiências, Histórias, momentos...

Pode parecer uma frase clichê, mas sinceramente não tenho palavras para agradecer todo o carinho de vocês durante esses dois anos de blog. Cada email, mensagem, comentário, são recebidos com aquela sensação gratificante de está fazendo a diferença para meus leitores, meus fiéis seguidores.

Obrigada a todos que fazem desse espaço o seu espaço, que dividem comigo diariamente as dores e as delicias do sexo, da vida...

Tay

terça-feira, 8 de março de 2011

Plenos Prazeres


A dica de hoje é um livro chamado "Falsa Submissão", de Laura Reese e a sinopse é a seguinte:

Chicotes, roupas justas de vinil negro, um cachorro dinamarquês. O prazer bizarro do sadomasoquismo não fazia muito sentido para Nora Tibbs, jornalista de uma cidadezinha da Califórnia. Isto até o brutal assassinato da irmã. Obcecada pela idéia de encontrar o criminoso, Nora se deixa conduzir pelo misterioso M. por um mundo de jogos perversos, sem regras ou limites, descobrindo os desejos mais primitivos e sensações antes inimagináveis. Atraída pelo magnetismo excêntrico de M., ela só não desconfia que a morte acompanha seus passos e pode até estar ao seu lado, na cama.

Suspense com altas doses do mais inusitado tipo de erotismo estão em Falsa Submissão, uma história perturbadora que marca a estréia literária da americana Laura Reese.

Eu recomendo!!!

Tay

segunda-feira, 7 de março de 2011

No Divã


Me chamo Jonas, tenho 37 anos e namoro uma menina a alguns meses, mas uma coisa nela me incomoda: ela não gosta de preliminares. Pensei que toda mulher gostasse de passar um tempo curtindo o momento para depois ir aos finalmentes, mas com ela é diferente, começo com uns beijos, umas caricias, o oral e ela pede logo que eu meta. O que eu faço Tay???

Jonas, tem duas opções: ou ela gosta de algo mais carnal, sem perder muito tempo, ou então, tuas preliminares não estão agradando, e ela para acabar logo que partir para a foda. Vocês já conversaram sobre isso??? Será que na hora das preliminares tu não demonstra querer só teu prazer??? Ou pior, será que não estais sabendo fazer??? Por exemplo, para cair de boca tens que ter cuidado para não forçar demais e parecer que estais chupando um caroço de manga. Podes conferir essa postagem sobre sexo oral e aproveitar algumas dicas.  Rola uns tapas??? Cuidado, dor e prazer caminham juntos, mas  não vais deixar a menina com vontade de fazer um BO por agresão. Presta atenção também na intensidade das mordidas, dos chupões, sair com marcas por ai não rola. Agora se depois de conversarem, tu ouvires a opinião dela e as coisas continuarem do mesmo jeito, te digo uma coisa, aproveita que essa mulher não tem frescura e chega logo botando quente...

Tay

domingo, 6 de março de 2011

Doce Deleite


Epigrama - La Fontaine

Amar, foder: uma união
De prazeres que não separo.
A volúpia e os prazeres são
O que a alma possui de mais raro.
Caralho, cona e corações
Juntam-se em doces efusões
Que os crentes censuram, os loucos.
Reflete nisso, oh minha amada:
Amar sem foder é bem pouco,
Foder sem amar não é nada.

sábado, 5 de março de 2011

Tipos de Motel


Love Story, Acaso, Aqui Sim, Lumini, Sagitário, Zapt!, seja lá qual for o nome, esses sempre são espaços para muitas histórias, e por incrível que pareça, tem gente que nunca foi a um motel. Calma, não é o fim do mundo, e para quem ainda não conhece esse espaço tão peculiar, vamos lá, te conto alguns detalhes destes recintos. 

Basicamente existem três tipos de motel: os populares, os intermediários e os de luxo.

- Populares: alguns desses chegam a dar nojo, dependendo do estado da cama, das toalhas, dos lençóis. Encare um motel barato só se estiver muito a perigo, tipo, se não der para arrumar outro lugar. O conforto é mínimo, a maioria com uma cama pequena, um ventilador, um banheiro que é separado apenas por um pedaço de parede ou compensado e umas tolhas que mais  parecem pano de chão. Costumam ficar camuflados por trás daqueles botecos bem ruins ou em prédios antigos...

- Intermediários: agora as coisas começam a melhorar, banheira e piscina já aparecem por aqui, assim como ar condicionado, frigobar, televisão, com aqueles filminhos educativos. Se der sorte ainda podes encontrar uma cadeira erótica, aumentando ainda mais as possibilidades durante o periodo que ficar por lá. Depois de gastar muita energia, pode pedir algum aperitivo, uma bebida...

- Luxo: esse é só o glamour, normalmente a suite é chamada de imperial ou presidencial, é dividida em vários compartimentos: sala com pole dance, quarto com televisão, frigobar, cama enorme e cadeira erótica, banheiro com hidro e a área onde ficam a piscina, a sauna, o ofurô. As suites podem ser temáticas, com iluminação, piso e cortinas que criam um clima mais especial.

Para quem ainda não conhece não perca mais tempo, pega logo esse bofe, ou seja lá quem for, e vai curtir esse feriadão só no ziriguidum...

Falando em feriado, um ótimo carnaval para todos, divirtam-se, dancem, pulem, bebam, transem muito, sempre lembrando da camisinha, afinal, ninguém quer nenhuma surpresa na quarta-feira de cinzas, ou daqui a nove meses né???

Tay

sexta-feira, 4 de março de 2011

Entrelinhas


O teu corpo é o violão perfeito
Para os meus dedos.
Dedilharia com prazer
Os acordes mais brutos
E as notas intensas do amor.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Histórias de Quinta


Meu apelido é Malú, sou bem casada com Moacir. Mais de duas décadas de amor recíproco. Hoje ele é meu amante predileto. Mas não foi sempre assim. Até dez anos atrás ele era bem quadrado em matéria de sexo. E eu, uma esposinha fiel e insatisfeita. Tudo começou quando reencontrei uma colega de colegial e acabei pulando a cerca.

Minha amiga Nice e seu esposo Flávio, eram bem liberais, com muitas sacanagens no currículo. Contei a ela que eu tinha transado com um estranho. O mesmo que tinha comido ela. E me sentia péssima por ter traído Moacir. Nice me consolou, dizendo que eu era uma tolinha por ter perdido tanto tempo. E que deveria compensar meu marido, deixando-o me chifrar. Assim, o sentimento de culpa recíproca seria anulado.

¨-Deixa comigo!¨, disse a safadinha. Ela iria seduzir meu marido. Na hora achei a idéia excelente. E começamos a planejar a trama. Eu seria a cumplice. Moacir a vítima. Lembrei das pegadinhas que passam em programas de TV. Tudo parecia meio insano, todavia causava em mim uma estranha excitação.

Na noite seguinte, após o jantar, Nice aparece em casa, toda agitada. Dizia que tinha brigado com Flávio e saído de casa. Xingava o marido, dizendo que tinha pego ele na cama com uma vizinha. E que ia dar o troco. Com o primeiro homem que aparecesse! Sua veemencia era impressionante. ¨Mas que grande atriz! Devia atuar no teatro¨, pensei. E eu no papel da consoladora, a abraçava, tomava seu partido e dizia que se fosse comigo, meu marido estava ferrado! Ela dizia que iria se separar e eu, logo eu, a infiel, a apoiava!

Logo após, a campainha soa. Nice dá um pulo no sofá e antes de correr para o banheiro diz:

- Deve ser o Flávio! Diga pra aquele patife que vocês não me viram! Não quero falar com aquele desgraçado!

Moacir atendeu o marido da Nice. Meio constrangido me chamou à porta.

Flavio era outro participante da trama. Falei que não tinha visto a Nice. Perguntei o que tinha acontecido. Ele disse que tiveram uma discussãozinha. Prometí avisar se ela ligasse ou aparecesse em casa. Com o coração batendo acelerado, dei uma piscadela. Flávio foi embora.

Estava combinado que Nice ficaria uns dias em casa. Moacir não estava gostando muito da história. Visitas em casa sempre tiravam nossa privacidade. Mas deve ter mudado de idéia quando Nice saiu do banho. A danadinha vestia uma camisola curta, preta e calcinha da mesma cor, que realçava a sua pele alva e cabelos loiros. A lingerie transparente dava para entrever os seios redondos, fartos e apetitosos. As pernas bem torneadas, com coxas roliças atraíram o olhar do meu marido, que tentava disfarçar a atração exercida.

Como sou alérgica a pó, nas crises de coceira costumo tomar um anti-histâmico chamado polaramine. E esse remédio me dá muito sono. Fingí que estava numa dessas crises e simulei tomar duas drágeas. Estávamos assistindo TV na sala. Eu depois de arrumar o quarto de visitas, bocejando, dizendo o quanto sonolenta estava. Nos retiramos eu e Nice para os quartos.

Moacir ficou sozinho na sala. O danado ligou o DVD e colocou um filme pornô. Fiquei no corredor espiando e Nice foi ¨tomar água¨ na cozinha. Ela passou pela sala e meu marido, todo atrapalhado, mudou de canal rapidinho. O volume da parte de baixo do pijama denunciava seu estado de excitação.

Nice como não quer nada se aproximou. Com aquela conversa mole foi se exibindo para Moacir. Pensei que meu marido fosse resistir mais. Um tanto decepcionada, notei que ele já partiu para o ataque, beijando minha amiga, desnudando-a, acariciando o corpo dela por inteiro e caindo de boca na xoxotinha dela. Saboreava a rachinha de Nice, com vontade, fazendo até barulho.

¨Bandido! Comigo só dá umas lambidinhas e já mete o pinto¨, pensei. ¨Cornudo! Bem que mereceu o chifre que botei¨. Sentia um misto de raiva e cíume ao vê-lo chupar minha amiga com tanto entusiasmo.

Nice sentada no sofá, de pernas abertas e para o alto. Gemendo e gostando. Moacir ajoelhado no chão, com a cabeça entre as virilhas dela, abraçado àquelas coxas, mantendo-as afastadas. Impedindo que ela as fechasse abruptamente a cada orgasmo. Comigo ele nunca tinha feito daquela maneira. Canalha mesmo!

Ele a penetrou e sem camisinha! De onde estava tinha uma visão privilegiada. Nice na posição de franguinho assado, com as pernas nos ombros do meu marido. Conforme as nádegas de Moacir descia e subia, dava para ver nitidamente os lábios inchados da buceta dela envolvendo o pau e o buraco engolindo a rola. Como sempre ele gozou logo. E quando tirou o cacete, deu para ver o filete de porra escorrendo até o rego dela. A sacana da Nice permaneceu imóvel na mesma posição, mostrando de propósito para mim.

Estranhamente sentí uma quentura no fundo da minha bucetinha. Passei a mão para acariciá-la e a sentí úmida. Meu melzinho já escorria de tesão. Comecei a me masturbar.

Nice abocanhou a pica meio mole do meu marido e limpou tudo. Enquanto o masturbava, dava espremidinhas leves, arrancando cada gota de esperma ainda dentro do canal, sugando o máximo. Lambia as bolas, subia de novo na cabeçorra, masturbava o penis com os lábios. Ela se deliciava, sabendo que eu estava assistindo. Às vezes olhava para o corredor escuro. Olhava para Moacir com a rola na boca e novamente em minha direção.

Meu maridinho estava tendo nova ereção. Ah, e o desgraçado, comigo dava uma só e boa noite! Nice ficou de quatro no sofá, empinou a bundinha e exagerando no tom de voz safada e dengosa, oferecia o traseiro para Moacir. E ele mais do que depressa se posicionou por trás dela.

Segurando a rola, apontou para o buraquinho da safada da Nice e penetrou o rabinho dela. Notei que entrou fácil. Ela se fazendo de rogada, gemia dizendo que estava doendo, que estava rasgando e ao mesmo tempo falava para meter tudo, para arrombar o cuzinho dela! Dessa vez quem urrou foi ele, quando gozou. Nunca tinha visto meu marido, tão tarado daquele jeito.

E mais uma vez, Nice me provocou, abrindo bem as maçãs da bunda, mostrando para mim seu anus, onde já não se via as pregas e sim um buraco aberto. E piscava ele de propósito, fazendo sair o semen que meu marido tinha acabado de depositar alí. E eu na siririca, acabei gozando de novo.

Na manhã seguinte, Nice levanta bem humorada, dizendo que dormiu maravilhosamente bem. E que decidiu ¨perdoar¨ o Flávio, pois foder não arranca pedaço. E olhando para Moacir, ¨que lavou tá novo!¨. E ele com a maior cara de inocente, procurando não dar bandeira.

Nice ligou para Flávio que veio buscá-la. Depois desse dia, meu marido que falava mal da Nice, sempre que podia, a elogiava. Na cama passou a ser mais assíduo e cada vez melhor amante. Seria sentimento de culpa? E me ¨traiu¨ muitas outras vezes com ela. Nice me contava em detalhes cada transa. Eu estava ficando em desvantagem.

Minha amiga disse que Flávio, seu marido me desejava. Eu já tinha notado seu olhar insinuante, percorrendo meu corpo. Nos beijinhos de cumprimento, cada vez mais próximo da minha boca, quase um selinho. E as mãos nas minhas costas, acariciando-as libidinosamente. Nice comentara que ele tinha uma ferramenta considerável, bem maior e mais grossa que Moacir.

Eu estava querendo dar para ele. Um pouco talvez para me vingar dela. Por mais amigas que fossemos, nós eramos por natureza, duas femeas rivais e competidoras. Me irritava o jeito feliz de Moacir. A sua mudança. Antes eu tinha que insistir para ele cortar as unhas e tingir os fios brancos do cabelo. Agora ele frequentava um salão de beleza. E cara de pau, ainda dizia que imitava o portugues Cristiano Ronaldo. Que a onda era ser metrosexual. Só saía de barba bem feita e perfumado. Agora comprava roupas de griffe e outras frescuras. E pior: ele que detestava samba, andou até comprando CDs do Raça Negra.

Abrí o jogo para minha amiga. Disse que queria experimentar o pau enorme do marido dela. Nice concordou de imediato. Aliás, desde o início esse era o plano dela e de Flávio. Disse que já aventara essa hipótese com meu marido, em suas transas. Tinha falado para Moacir que se seu marido descobrisse, a matava. Sugeriu que desse um jeito dele me comer também e assim não teria problemas. Meu marido não gostou da idéia.

Para acelerar o processo, um dia Flávio ¨flagrou¨ os dois em sua casa. Esbravejou e ameaçou ¨contar¨ tudo para mim. Quase agrediu a Nice, xingando-a de puta, vadia e cadela. Ela por sua vez, insinuava que ele, Flavio tinha me comido. Moacir tentava apaziguar os animos enquanto se vestia. A cena deve ter sido hilariante. O marido de Nice dizendo que, já que ela suspeitava, agora que iria mesmo transar comigo. E só assim perdoaria os dois.

Os dias passando. Eu me sentia uma personagem de um filme com trama diabólica. Mantinha a pose de esposa fiel e recatada. Ninguém diria que eu já tinha saído com outro. E sentido na bucetinha a rola torta de outro macho. Moacir e Nice deram um tempo. Meu marido constrangido, sempre que nos encontrávamos.

Flávio sim, cada vez mais atrevido. Sua ousadia era tanta que nos cumprimentos já me beijava levemente na boca. E suas mãos, descaradamente, exploravam as curvas do meu corpo. Sempre que podia, me encoxava. E ainda por cima olhava para o corninho do meu marido. Em um jantar dançante, Nice foi com um mini-vestido, sem calcinha. E enquanto eu dançava com Flávio, ela me disse que Moacir a bolinou por baixo da mesa.

Nessa conversa de banheiro, eu devolví contando o quanto fiquei molhadinha, sentindo a rola dura de Flávio espetando minha barriga. Afinal ele é um homem alto, forte, sempre perfumado e segundo a própria esposa, muito bom de cama. Os fios de cabelo branco, principalmente nos lados, encima das orelhas, dão um charme especial. Meu marido pode até ser mais bonito de rosto, mas no total, nessa troca eu é quem ia sair ganhando...

Numa noite, Nice aparece em casa com o Flávio. Convidei-os para jantar. E me divertia, vendo o ar contrariado do meu marido. A putinha da minha amiga, veio toda produzida. Ela que no dia-a-dia anda com os cabelos loiros e lisos sempre presos, veio com eles soltos, esvoaçantes. Com certeza tinha feito escova no cabelereiro.

Com um vestido tubinho preto, curto e justo, bem acinturado. Sandálias pretas de salto alto, ornado com enfeites dourados. No pescoço uma gargantilha preta, brilhante, apenas para realçar o decote onde seus seios volumosos pareciam querer saltar para fora. ¨Que vadia¨, pensei. E ela provocando meu marido e ¨jogando¨ o marido dela para cima de mim.

Minha xaninha de úmida passou a ficar molhada, antevendo o que viria a seguir.

Depois do jantar, ficamos conversando coisas picantes e de duplo sentido. Nice inventou que estava esperando um e-mail importante e pediu nosso computador emprestado. Como meu marido ainda não sabia que eu já estava tão familiarizado com a net, foi com ela até o escritório, ligar o computador para ela. Bem, pode imaginar o que a safada da minha amiga fez com meu marido, a sós.

Flávio me agarrou e deu um beijo profundo, delicioso. Não só correspondí, como aproveitei para apalpar sua ferramenta, naquela altura em ereção total. Por cima da calça deu para sentir o volume considerável. Soltei a fivela do cinto, desabotei o cós, abaixei o ziper e libertei seu mastro. Uma pica enorme surgiu ante meus olhos arregalados.

Tinha visto vários cacetes gigantes em filmes, mas, ao vivo era diferente. Era uma rola grossa, inchada, com as veias pulsando. Dava para pegar com as duas mãos. Era muito, mas muito maior que a pica do meu marido. Dei um beijo na cabeçorra e tive que abrir totalmente a boca para colocá-la dentro. Flávio começou um movimento de vai-e-vem, fodendo minha boquinha. Não precisou entrar nem a metade para atingir a garganta, me sufocando.

Nos despimos loucamente. Nem me preocupei com Moacir. Sabia que ele estava ocupado com a Nice. Aliás, queria que o corninho me flagrasse, botando chifre nele. Flávio me chupou maravilhosamente bem. Gozei alucinada, sem me importar com o escandalo. Meus gemidos ecoavam pela casa inteira.

Flavio me fez apoiar no sofá e por trás, pincelou a rola grossa na entrada da minha xoxotinha. Começou a empurrar lentamente. A tora de carne dele foi abrindo espaço e com muita dificuldade foi entrando. ¨-Uh, como você é apertadinha Malu¨, disse. E eu pela primeira vez sentí o que era ser preenchida por inteiro.

Ele começou a bombar, acelerando as metidas. Sentí um misto de prazer e dor. A cada estocada, parecia que minha grutinha ia e voltava junto. Estava sendo alargada e arrombada pela pirocona do Flávio. Aquele foi o maior cacete que tive dentro de mim, até hoje. A cada batida da ponta na entrada da útero, uma dorzinha que nunca havia sentido com meu marido. Aguentei tudo, de início cerrando os dentes e depois, talvez já mais acostumada, fui sentindo que o orgasmo estava vindo. E gozei, gritando um monte de obscenidades.

Flávio sentou no sofá e fui desta vez por cima. Me acomodei bem mais fácil e iniciei a cavalgada. Nisso Moacir e Nice voltaram para a sala. Ela puxando meu marido pelas mãos e ambos pelados. Olhei nos olhos dele, Moacir e ví um olhar de espanto e reprovação. Ele quis dizer alguma coisa, mas Nice o beijou, se posicionou de quatro ao nosso lado e ofereceu o cuzinho para ele.

O marido da Nice já enfiava o dedo no meu cuzinho. E começou a me cantar, querendo meter alí atrás. Do nosso lado, minha amiga sendo enrabada pelo meu maridinho. Na hora pensei em dar o troco, pois não queria perder para ela. Mas...o pau do Flávio já tinha deixado minha bucetinha toda ardida. Imagina que estrago faria no outro buraquinho.

Acelerei a subida e descida até sentir o jato de porra, que me inundou por dentro.

Flávio insistiu no anal. Tive medo e não cedí. Aliás, vim a ceder muito tempo depois. Anos depois. Não foi fácil aguentar aquele pauzão alí atrás. Mas entre eu e meu corninho, foi o começo de uma nova vida sexual. Desta vez de forma aberta, moderna e liberal. Sem culpas ou traições. Com muito sexo gratificante.

Insana

Conto originalmente publicado na Casa dos Contos

Devore-me


69

Hoje o post é muito especial, chegamos a 69 seguidores (ui!), e por esse número ser bem sugestivo, a posição de hoje não poderia ser outra né???

Quero agradecer a todos os meus fiéis leitores, meus seguidores, saibam que fico realizada quando recebo emails, comentários e qualquer tipo de manifestação de carinho de vocês. O blog é feito para vocês!!!

Bom, então, vamos comemorar essa conquista com muito sexo??? Vamos a posição...

Descrição: Deitados, o parceiro por cima e você por baixo, é só começar o sexo oral simultaneo, depois é só revesar as posições.

Vantagens: Sentir prazer ao fazer e receber sexo oral, com a possibilidade de gozar junto com o parceiro.

Desvantagens: Para algumas pessoas é dificil se "concentrar" no oral enquanto recebem uma chupada maravilhosa.

Tay

terça-feira, 1 de março de 2011

Plenos Prazeres


Que jogue a primeira camisinha que nunca entrou em uma sala de bate papo para falar umas putarias, seja para passar o tempo, ou para aquela masturbação solítária no meio da noite, na hora do almoço. Até o MSN nos proporciona muita diversão quando ligamos a can...

Se curtes esse tipo de papo, então, o Cam4 é o lugar ideal para isso, um espaço de interação de pessoas do mundo inteiro, através de mensagens e escrita, podendo também compartilhar vídeos, ou ligar a webcam e mostrar vídeos seus, ou o que você está fazendo no momento, para o seu companheiro de conversa.

Se estais procurando um lugar para compartilhar seus desejos mais secretos e safados, trocar idéias com quem tem experiência, acesse agora o site Cam4 e divirta-se...

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Tay

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

No Divã


Oi Tay!!!

Olha só, meu nome é PC, tenho 27 anos e encontro-me em uma situação complicada: sou gay, mas as vezes fico com algumas mulheres, com isso, na verdade considero-me bi. Porém, meus amigos gays dizem para eu parar de ficar com mulheres, já meus amigos heteros dizem para eu parar de frescura, e assumir que gosto de mulher. Não sei o que faço, sinto-me atraido pelos dois, não sei mas o que fazer. Algum conselho???

Oi PC!!!

Bom, se fores ouvir teus amigos vais enlouquecer, porque não terás como agradar gregos e troianos =]

Certo dia estava conversando sobre isso com alguns amigos, e minha opinião é a seguinte: quando nos envolvemos com alguém é pelo conjunto, e não por um orgão sexual. O toque, o carinho, o tesão, e tudo que nos atrai, são formados em conjunto, quem dera que todos nos realizazem pelo simples fato de terem um pênis ou uma vagina. Tudo seria tão fácil né??? Então PC, curta o momento com quem quiser, seja homem ou mulher, não der ouvidos para o que falam ou pedem, a vida é tua, e somente tu sabe o que é melhor para ti...

Tay

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Doce Deleite


As nossas madrugadas - Maria Tereza Horta

Desperta-me de noite
o teu desejo
na vaga dos teus dedos
com que vergas
o sono em que me deito
pois suspeitas
que com ele me visto e me
defendo

É raiva
então ciume
a tua boca
é dor e não
queixume
a tua espada
é rede a tua língua
em sua teia
é vício as palavras
com que falas

E tomas-me de foça
não o sendo
e deixo que o meu ventre
se trespasse

E queres-me de amor
e dás-me o tempo
a trégua
a entrega
e o disfarce

E lembras os meus ombros
docemente
na dobra do lenços que desfazes
na pressa de teres o que só sentes
e possuires de mim o que não sabes

Despertas-me de noite
com o teu corpo
tiras-me do sono
onde resvalo
e eu pouco a pouco
vou repelindo a noite
e tu dentro de mim
vais descobrindo vales.

sábado, 29 de janeiro de 2011

A Mercê


Sinceramente não tem coisa pior do que dá um fora em alguém, principalmente quando já comemos e foi uma tristeza... E para piorar, a pessoa fica insistindo, parece que temos a obrigação de abrir as pernas, a mercê da vontade de um apenas. Querido, perceba que para rolar uma foda, precisa necessariamente de no mínimo dois, tá certo que algumas vezes estamos lá só de corpo presente, só para cumprir tabela, mas pelo menos tem dois...

Não tem coisa pior do que entrar no MSN e receber várias mensagens de ex amigos de foda só com o seguinte conteúdo: SEXO! Frases do tipo: "E ai, quando vamos matar essa vontade???", que vontade querido??? Só se for a vontade de te mandar para PQP!!! Ou então assim: "Tô com saudade amor, bora foder???", estais com saudade é??? Faz um favor então, vá se foder, ou então uma frase clássica: "Oi, tava pensando em ti agora, vamos nos ver???", onde lê-se ver, entenda-se foder...

Gente, vamos inovar nessas frases né??? Precisamos de novidades nessa área, principalmente de caras por quem não sentimos tanta emoção, por que do jeito que estão criativos para chamarem para transar a  emoção só faz diminuir. Se pelo menos fossem idiotas na hora de convidar e pelo menos a foda fosse boa, até que valia a pena ouvir certas baboseiras, agora para aturar esses carinhas e ainda fingir que tá ótimo, que gozamos, que gostamos, ai não dá né???

Tay