quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Histórias de Quinta


"Meu sobrinho"

Meu mundo começou a virar de cabeça para baixo há seis meses. Minha irmã mora em uma fazenda no interior de Goiás e tem um filho que queria fazer vestibular para Informática. Na cidade próxima não tem escolas muito boas e como não tenho filhos e moro em um apartamento grande, quando ela me falou eu consultei meu marido, que concordou, e ofereci para que meu sobrinho viesse morar comigo. Minha irmã agradeceu muito e em fevereiro o menino chegou. Ele é um garoto bonito, alegre e que passou a encher a casa, especialmente quando meu marido viaja. Ele passou a me fazer companhia, a ir ao cinema e até restaurantes juntos. Nossa relação era de tia e sobrinho, sem malícia. Tudo mudou um dia quando cheguei em casa e ao entrar no box para tomar banho tive um choque. Apesar da minha condição social eu mantive o hábito de solteira de lavar minhas calcinhas no banho e pendurar para secar em uma torneira. Nunca presto muita atenção exatamente em qual torneira, mas neste dia o que me chamou atenção foi que ela estava muito molhada e eu senti um cheiro forte de sêmen. Aquilo foi como seu tivesse levado uma marretada na cabeça. Fiquei tonta e sem saber como agir. Mas aquilo não podia ser verdade, não podia ser uma rotina. Depois de pensar muito eu decidi que a primeira coisa que eu tinha que fazer era confirmar isso, que ele estava se masturbando na minha calcinha. Ele estudava à tarde e eu saía para a academia de manhã e ele deve ter entrado no meu banheiro neste intervalo. Na manhã seguinte eu pendurei cuidadosamente uma calcinha seca, rendada preta, na torneira da direita e saí. Quando voltei 3 horas mais tarde fui direto ao banheiro e não deu outra: a calcinha estava mexida, molhada e cheirando a sêmen. Mais uma vez entrei em parafuso. Meu marido estava viajando, mas eu não poderia contar aquilo para ele e nem para ninguém. Não sou uma pessoa de mente estreita, e apesar do inusitado, sabia que isto podia ser comum com adolescentes e resolvi deixar rolar para ver o que iria acontecer, mas devo admitir que lá fundo, bem lá no fundo (e só agora eu admito) eu me senti envaidecida e gostei de ser desejada. Nossa relação continuou do mesmo jeito, eu não deixei transparecer nada. Mas aquilo estava me afetando. Não sei se pela minha carência, toda hora esta questão vinha à mente. E eu passei a discretamente a me arrumar de modo um pouco (pouco mesmo) mais sensual em casa, especialmente quando estávamos sozinhos os dois. Um dia eu não colocava o sutiã, noutro usava uma calça jeans mais apertadas, marcando a calcinha, também menores. Para a piscina eu comprei biquínis um pouco menores que mostravam mais e marcavam mais minha vagina. E eu passei a perceber uma maior umidade na minha calcinha. E ao retirá-la, via que as calcinhas estavam sempre com manchas nesta região.

Até que um dia o choque maior. Ao chegar em casa, corri para o banheiro (como fazia sempre agora), mas ao tocá-la percebi que ela não havia sido lavada, mas que estava ensopada de uma substância viscosa. Ele tinha gozado na minha calcinha e tinha deixado todo o sêmen lá sem lavar! Eu tinha que fazer alguma coisa, aquilo não podia continuar e eu tinha que falar com ele! Tremendo, com a calcinha gozada na mão, corri para o quarto dele e entrei sem bater. Ele me viu e imediatamente entendeu o que estava acontecendo. Entretanto, sua atitude me desarmou completamente. Ele começou pedindo desculpas, e trêmulo, me prometeu que isto nunca mais iria acontecer. Mesmo assim eu resolvi pedir explicações e perguntei a ele porque ele fazia aquilo e porque não procurava outras mulheres para ter relações sexuais. A resposta dele foi uma bomba: ele não tinha interesse em outras mulheres, nem em meninas da idade dele, e que para ele eu era uma deusa e que ele morria de tesão em mim. Balbuciando eu sussurrei que aquilo não era possível, que era muito errado e que ele não poderia ter desejos e muito menos relações sexuais com uma tia. E saí do quarto sem condições de continuar esta conversa.

Os dias se passaram, nos dois primeiros dias com muito constrangimento entre nós dois, mas aos poucos a situação foi voltando ao normal. Todo dia eu chegava em casa da academia e corria ao banheiro e a calcinha estava lá intocada. E eu já tinha percebido que aquilo estava fazendo uma enorme falta para mim, a falta de ser desejada. Passei a me arrumar com mais sensualidade, com algumas transparências, com roupas ainda mais justas marcando calcinhas cada vez menores. Passei a andar de camisolas de seda semitransparentes, cobertas com um rob. Mas dez dias depois, ao entrar no banheiro, dei de cara com a calcinha ensopada de sêmen. Mais uma vez corri para o quarto dele com a calcinha na mão e ele ao me ver desabou, começou a chorar, dizendo que não tinha conseguido resistir, que morria de tesão por mim e que como não tinha conseguido manter a promessa iria voltar para a casa dele. E começou a arrumar a mala. Na hora eu entrei em pânico, hoje eu sei que pela possibilidade de perdê-lo, mas na hora comecei a dizer que ele não podia ir embora, que iria arruinar a vida dele, que eu não tinha como explicar para a mãe dele, que ela iria me odiar se soubesse a verdade.

Ele, em prantos, me abraçou como um sobrinho querido. Eu aninhei a sua cabeça entre meus seios e falei para ele chorar à vontade que nós iríamos achar uma solução. Eu estava usando roupa de ginástica: um short e miniblusa de tecido fino sem sutiã. Ao sentir a cabeça dele entre meus seios, meu deu um calor no corpo todo e os biquinhos ficaram duros. Eu percebi que o pau dele estava encaixado na minha virilha, duro, tocando minha vagina. Acho que ele percebeu que os bicos estavam enrijecidos e tocou com a ponta dos lábios em um deles. Uma corrente atravessou meu corpo e ele percebendo que eu não me mexia, passou a passear os lábios pelo bico, mordendo de leve, passando a língua. Eu gemi de leve e ele forçou o pau contra a minha vagina, e se moveu esfregando muito lentamente. A sua mão abriu entrou por baixo da miniblusa e ele procurou um seio com a mão, apertando ele todo e depois apenas o bico. Ele colocou um seio para fora e começou a mamar. Aquilo me enlouquecia, eu já sabia que não havia mais volta, só não sabia onde iria acabar. Sem parar de chupar meu peitinho, ele guiou minha mão para dentro do seu short e me fez segurar seu cacete, duro feito pedra. Pela primeira vez ele falou: “segura este caralho minha putinha que daqui a pouco ele vai te fazer feliz”. Ele tirou a blusa, o short e me deixou só de calcinha. Ele se afastou e disse que queria me ver só de calcinha, que tinha se masturbado dezenas de vezes pensando nesta cena. Ele me abraçou por trás e já nu, encostou o pau duro na minha bunda por cima da calcinha. Em seguida, afastou a calcinha, colocou o cacete no rego, e uma mão procurou um peito para acariciar. A outra entrou por dentro da calcinha até encontrar meu grelo. Passou pela minha vagina para umedecer mais os dedos e voltou para o meu grelo. E começou a tocar uma siririca maravilhosa, enfiando a língua na minha orelha, acariciando meus seus, roçando seu caralho no meu rego para cima e para baixo e passou a falar obscenidades no meu ouvido. Eu estava enlouquecida e fui sentindo meu gozo se aproximar. E ele veio, forte, maravilhoso, eu tremia, gemia e na hora berrei, para logo em seguida desabar. Meu sobrinho foi maravilhoso comigo, me amparou, tirou a calcinha e quando eu já esta recuperada me levou para o banho.

No banho ele me ensaboou toda, passando a mão e a esponja pelo meu corpo todo, levando mais tempo nas minhas partes erógenas e descobrindo onde eu tinha mais sensibilidade. Eu louca para sentir aquela vara dentro de mim, mas aquele menino estava aproveitando cada minuto daquilo, com uma experiência (e talento) que eu nunca podia imaginar. Ele me enxugou me fez enxugá-lo, e com a vara em riste me deitou na cama. Abriu minhas pernas e aproximou a boca da minha buceta. Mas não encostou imediatamente. Chupou a minha virilha, foi com a língua nos meus cabelinhos e veio até o rego. Eu segurei e cabeça dele e empurrei até o meu grelo. Quando sua língua finalmente tocou o grelo, mais uma vez eu entrei em transe. Eu gemia, berrava, dizia que queria ser a puta dele, que queria sentir a vara dele dentro de todos meus buracos e que queria me sentir inundada com a porra dele. Meu gozo veio maravilhoso mais uma vez.

E estava chegando a hora de ser comida por aquela pica maravilhosa. Ele veio chegando, até o cacete encostar na porta da buceta. Ele deu duas pinceladas para lubrificar mais um pouco, e começou a forçar devagarzinho na entrada. A cabeça ia entrando e ele tirava quase tudo e cada vez que voltava entrava mais um pouco. Aquilo era maravilhoso, mas me enlouquecia, eu queria a vara toda dentro de mim. Queria ser possuída, invadida, usada e transformada em piranha! Quando o caralho entrou todo, ele me abraçou, começou a fuder, violento, mas lento, como se quisesse sentir toda a superfície da minha buceta envolvendo seu pau. E como se quisesse retardar seu gozo ao máximo. Aproximou sua boca da minha e me beijou. Pude sentir o gosto do meu gozo. Enquanto ele me abraçava eu colocava as duas mãos na bunda dele e ajudava a empurrar o caralho para dentro da minha buceta. Não sei quanto tempo aquilo durou porque eu estava em transe. Mas fui sentindo meu gozo se aproximar mais uma vez e o caralho dele a pulsar cada vez mais duro. Liberei de uma vez a piranha que eu me tornaria e começar a berrar repetidamente: fode sua puta, mata ela de tanto gozar! E o nosso gozo veio ao mesmo tempo, longo, forte maravilhoso, não sei quanto tempo durou. Só sei que quando voltei do transe, o caralho do meu sobrinho continua duro enterrado na minha buceta, inundado em porra e no meu gozo. E ele dizia baixinho no meu ouvido: vou te fuder o resto da sua vida....

Dora

Conto originalmente publicado na Casa dos Contos

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Devore-me

O Limbo

Descrição: O parceiro senta-se em uma cadeira colocando uma almofada debaixo dos joelhos, deixando-os elevados. Em seguida, a parceira senta-se no colo do homem de frente para ele, segura-se na costa da cadeira ou no pescoço do homem, colocando as pernas em seus ombros. O parceiro levanta a mulher com os braços e começa a penetração.

Vantagens: Nesta posição o contato visual é fundamental, o casal pode observar o tempo inteiro as reações um do outro. O toque também é facilitado pela aproximação.

Desvantagens: Caso a parceira seja maior, mais pesada, o homem poderá ter dificuldade para elevá-la.

Tay

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Plenos Prazeres


A dica de hoje é um site francês chamado Fetichic: le magazine de la photographie fétichiste, dedicado a expor fotografias fetichistas, de vários artistas, abrangendo toda a diversidade que o gênero permite.

Segundo o editorial do site, a ideia da revista eletrônica surgiu diante do desaparecimento gradual de revistas especializadas no tema fetichista e a queda de influência da mídia tradicional nessa área. O objetivo não é “substituir os sites pessoais dos fotógrafos, mas oferecer uma lista abrangente e o mais variada possível” do gênero e seus muitos artistas, afirmam os editores.

Mesmo para quem não ler francês vale a pena conferir o site, as imagens são lindas, e afinal, uma imagem vale mais de mil palavras...

http://www.fetichic.com/magazine/

Tay

domingo, 5 de dezembro de 2010

Doce Deleite


Sobre corpos e ganas - Dos Santos dos Santos

Se a mulher caminhava
a saia dela
se abria e se fechava

Um olho via
o que saia mostrava
enquanto se abria

E desejava
o que a saia escondia
quando se fechava

E rezava
para que se movesse
se a mulher parava

Se ela se movia
a longa saia
se fechava e se abria

E revelava
o que o olho mais queria
a alma mais ansiava

Na fenda aberta
o relâmpago
da perna exposta

Era mancha de sol
limpando a carne
de todo mal

Um olho comia
a mulher anônima
e ela nem sabia

sábado, 4 de dezembro de 2010

Vamos falar de sexo???


É impresionante como essa frase pode causar alvoroço em algumas pessoas, por exemplo, eu faço parte de um determinado chat, quando o papo tá frio eu jogo essa frase e os ânimos logo se alteram, pode ser da pessoa mais quieta até a mais saidinha. E quando o papo começa é que a gente ver como as pessoas realmente são, por isso, eu não acredito naquela história de gente tímida, por que nesse quesito, todos se revelam verdadeiros artistas.

Como já contei algumas vezes, o Blog começou meio sem querer e no ínicio só as pessoas mais próximas sabiam quem escravia, mas com o tempo eu divulguei minha identidade e agora quem acessa o blog sabe que é a bendita Tay que vós escreve essas singelas palavras. Voltando ao assunto, as vezes estou no MSN conversando com alguns amigos e de repente surge a seguinte frase: "Tava lendo teu blog", ou então, "Eu gosto de teu blog", e coisas do tipo, na verdade essas frases são a deixa para começar o assunto preferido da maioria das pessoas: SEXO!!! Isso mesmo, todos gostam de ouvir, ver, ler sobre isso, mas poucos tem coragem ou se sentem a vontade de falar abertamente, ou pelo menos iniciar a conversa sobre isso. Como eu sou sem vergonha, e falo abertamente sobre o tema, costumo atrair as pessoas para contarem seus segredos e revelarem suas mais secretas fantasias.

Sinceramente não sei porque as pessoas se reprimem em conversar sobre sexo, faz parte da vida de todos, ou pelo menos deveria fazer, é algo natural, saudável, e que faz bem para todos, por isso, bora praticar meu povo!!! \O/

As postagens retornaram oficialmente, e para continuar escrevendo o blog da melhor maneira para todos conto com a colaboração de vocês. Quem tiver dicas, dúvidas, curiosidades ou qualquer pergunta relacionada a sexo pode enviar para o email: confessionariodaseducao@yahoo.com.br, que responderei com o maior prazer (Ui!). O seu nome e alguns detalhes serão preservados, agora caso queira divulgar é só avisar...

Tay

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Entrelinhas


"Só uma coisa nos pertence, o nosso desejo..." (Jacques Rigaut)