quinta-feira, 8 de abril de 2010

Histórias de Quinta



"Fêmea no Cio" 

Todas as manhãs eu corria. Aliás, corro. Corro religiosamente todos os dias por volta das seis às sete. Sempre é bom. Prazeroso. Diversas pessoas cruzam meu caminho. Mais homens que mulheres. O local é belo, repleto de árvores. Enfim, cenário perfeito para o bem estar.
Naquela manhã de sábado tudo parecia estar diferente. Saí de casa e o tempo não estava aberto, meio nublado. Caminhei e todavia eu estava me preocupando... Creio que os costumeiros passantes que por ali se exercitavam não haviam ido, visto que o tempo de nublado já se mostrava negro. Pingos começaram a cair. Continuei, temerosa, mas fui e a implacável chuva caiu.
Eu estava vestida com camiseta branca, um short não muito curto e preto, tênis, meias, enfim... O normal. Com a chuva comecei a me preocupar mais ainda com a transparência da camiseta que era justa, para firmar meus seios (não que precisem, pois são médios e perfeitos num contexto de um corpo que tem 54 kg divididos em 1,70m) para uma melhor corrida, e uma espécie de top, mais justo ainda, também branco, por baixo.
E cai chuva... Cada vez mais forte - molhada!... Meus seios ficaram à mostra...
Surgiu do meio do nada repleto de árvores um rapaz. Aparentava ser mais jovem do que eu com meus 27 anos. Deduzo que uns 21 anos, muito. Ele estava com uma calça mais justa, um pouco rasgada, meio suja. Parecia ser um trabalhador rural. Tinha braços fortes, vestia uma camiseta que um dia havia sido branca, pois já estava amarelada. Usava botas, estavam repletas de barro. Pude perceber o quão era forte pelo efeito molhado que a chuva provocou também em sua camiseta... Vinha em minha direção. Lado a lado. Percebi que ele me fitava com os olhos... Culpa da camiseta transparente, aposto!
- Tá choveno muito, ocê não deveria tá aqui. - Sorri somente. Não só pelo português ineficiente, mas por perceber quão belo era aquele homem de aparência tão rude.
- A senhora num tá com medo não? - Outra vez sorri, mas parei, o fitei.
- Estou. Mas não tenho o que fazer. Como diz o ditado: se eu ficar o bicho pega, se eu correr o bicho come. Não tem onde me esconder aqui, ou tem?
Naquele momento parece que o céu começou a desabar sob nossas cabeças. Um trovão forte soou acompanhado de um assustador clarão, o que me fez dar um pulo em direção ao rapaz. Ele segurou em meu braço com sua mão forte.
- Vêm comigo. Tô fazeno um serviço aqui na região. Mexo com gado, cavalo e tem uma cabana aqui perto, é ruim, mas é onde eu descanso ou me escondo das trovoadas.
Sem saber o que fazer sorri novamente e o segui. Durante o trajeto percebi que o rapaz não tirava os olhos da minha camiseta molhada. Eu também não conseguia deixar de observar o quanto aquele homem simples e rude era gostoso. Comecei a fantasiar coisas...
Chegamos na cabana, ficava ali perto mesmo, do asfalto dava para vê-la. Sempre vi e pensei que era abandonada. Dentro não tinha muita coisa. Uma mesa feita è mão, duas cadeiras velhas. Um rádio antigo, paredes rachadas. Um colchão no chão, fogão a lenha, tudo muito antigo, rude,... Surreal? Nem um pouco... Havia uma garrafa de aguardente sobre a velha mesa.
- Quer um gole? A senhora deve tá com frio. Sei que ocê num deve tá acostumada com essas coisas, mas é bom pra esquentar e pra num gripar.
Mais uma vez sorri, só que agora fazendo que sim com a cabeça. Logo ele me serviu e também se serviu. De fato eu estava com frio, até batendo queixo, pois estava muito molhada; a chuva ainda não havia parado.
Sentados ficamos, tomando aguardente e nos olhando, frente a frente.
- Tenho uma toalha aqui, dentro do banheiro ali atrás, vou pegar pra senhora se aquecer. - E lá foi ele pegar a toalha pra mim. Minha cabeça não parava de fantasiar coisas. Aquela mão grande, quando pegou em meu braço, me fez estremecer. Eu já estava muito curiosa com o resto. O efeito da famosa cachaça começou a ser feito...
- Pronto, tá aqui. - Ele veio colocando a toalha sobre minhas costas. Segurei em suas mãos e falei.
- Não precisa me chamar de senhora, me chame de você. - Timidamente ele sorriu, tirou as mãos que haviam descansado sobre meu ombro, e se sentou novamente. Olhei fixamente para aquele homem. O desejei como nunca havia desejado outro. Sempre fui fogosa, e naquele momento tudo, até a chuva, estava me excitando.
- Qual o seu nome?
- Pedro. E o da senhora? Opa, desculpa, e o seu?
- Meu nome é Ana. Pedro, se importa se eu fizer algo para me aquecer melhor?
- Claro que não, a senhora... Opa, desculpa dona Ana. Eita, não! Desculpa Ana, pode fazer o que ocê quiser.
Sorri maliciosamente. Tirei a toalha das costas. Minha roupa estava encharcada. Ficando com aquela roupa molhada realmente adoeceria. Tirei o tênis, a meia... Ele me olhava. Pude perceber que engolia vez ou outra, além de seu peito mexer mais forte. Aquele homem delicioso estava tímido, e ofegante, bem ali na minha frente. Continuei... Tirei a camiseta. Ele arregalou os olhos... Fiquei de pé.
- Se importa se eu continuar, Pedro?
- Não, não. Eu tô até gostano, tá bunito demais de se ver...
Retirei o short. Fiquei ali, de pé. Calcinha branca também molhada, por fora e por dentro, e somente de sutien.
- É, eu estou muito molhada... - Percebi que ele já me comia com os olhos. Um volume se fazia naquela calça justa. Me aproximei mais dele. Abaixei uma alça do sutien, depois a outra... Ele salivava, engolia, lambia os lábios. Cada movimento rude e simples daquele homem me deixava cada vez com mais tesão. Tirei o sutien por completo. Cheguei mais perto dele ficando entre suas pernas já abertas (daquele jeito que só os homens sentam). Ele, já boquiaberto, só me olhava e desejava. Segurei em suas mãos as colocando sobre meus seios que já saltavam há tempos...
- Vem, me faz tua!
Ele apertou meus mamilos. E foi me puxando... Meus seios ficaram na altura de sua boca, com ele ainda sentado. Era um homem além de muito forte, grande... Começou a me chupar deliciosamente... Eu já escorri... Ele me chupava os seios e ia descendo até minha barriga, voltava novamente, me chupava mais. Abaixei um pouco e beijei sua boca. Aquele sabor de aguardente me deixou mais louca ainda.
- Aí, continua... Desde que te vi estou louca pra ser comida por você...
Ele desceu por minha barriga apalpando minhas nádegas. Pude perceber sua respiração forte e ofegante por sobre minha calcinha. Ele mordia de leve meu tecido molhado... Nestas mordidas dava alguns beliscões com os lábios em minha vagina sedenta por sexo. Suas mãos passeavam por minhas nádegas... Até que desceram, percorrendo meus glúteos já por dentro da calcinha... Enquanto eu só sentia sua respiração ali, me mordendo bem leve.
Neste momento eu já estava quase gozando... Gemia feito uma louca. Mais parecia uma fêmea no cio mesmo. Até que ele, mais forte... Retirou minha calcinha bruscamente com a boca. Me deu uma cheirada que... nossa! Parece que naquele momento o homem enlouqueceu... Foi como se um cão tarado por sexo tivesse sentido sua tão desejada cadela no cio!
Fui literalmente comida! Abocanhada! Ele caiu de boca em mim. Com força. Naquele momento o homem simples e tímido deu lugar ao selvagem e rude. Eu escorria muito, ele lambia, me sugava, com força. Parecia uma máquina. Sua língua me invadia... Eu gemia cada vez mais, mais alto. Estava adorando aquela força toda. Aquelas mãos grandes e fortes que puxavam minhas nádegas em sua direção. Parece que ele queria me penetrar com a boca inteira, com a cabeça toda! E foi assim... De repente, sem mais, ele se levantou me beijando alucinadamente.
- Sua vadia, você quer ser comida, né?
Abriu o zíper da calça e abaixou um pouco. Fiquei assustada, apesar de louca de tesão, quando vi aquele pênis enorme saltar pra fora, o maior que já vi... Grosso, muito grosso, uns 22 cm de muita veia saltitante, e uma cabeça assustadora.
Fortemente ele me segurou pelos braços. Fui levantada para o alto já chegando perto da mesa velha da cozinha. Lá ele me sentou sobre a mesma, era muito alto, como já falei. Abriu minhas pernas com muita força e brutalidade, senti certa dor, mas estava tomada pelos instintos mais primitivos... Comecei então a acariciar aquele lindo abdômen forte, queria vê-lo sem camisa, mas ele logo me empurrou sobre a mesa mandando que eu ficasse quieta.
- Fica aí, sua vaca, agora você vai ter o que merece!
Quando dei por mim, aquela cabeça enorme de pau estava apontada na minha direção. Sem pena nem dó ele o encostou em mim, em minha vagina, forçando a entrada. Pensei que seria cuidadoso pelo tamanho, mas não. Quando vi já estava todo dentro de mim. Dei um grito, pois doeu, mas como falei, o prazer era maior... Comecei a gritar e gemer feito louca. Era uma mistura de dor e desejo. Ele parecia uma máquina de sexo. Ficou socando, socando forte... Parece que estava fazendo amor com uma égua, ou algum animal qualquer... Na realidade acho que era assim que ele estava me encarando naquele momento.
... Segundos, minutos, bombando dentro de mim feito um louco. Não perdi a oportunidade e apertei, engoli com a buceta e senti cada centímetro daquele pau maravilhoso dentro de mim. Resolvi ser surreal e vestir o personagem, fui uma égua, vaca, cadela, puta, vadia e tudo o mais, e estava adorando... Fui fodida de maneira gostosa e forte, como nunca havia sido. O homem não gozava, e parecia querer mais... Socou mais, mais, mais forte... Sentia ele tocar meu útero... E hum, era maravilhoso!
Até que... Depois de muita dor, muito prazer, muita estocada... - Gozei como nunca! - Ah! Uma fêmea de verdade... Ele se acalmou após perceber que eu havia gozado, mas não sossegou. Novamente me pegou com força me jogando no tal colchão velho que estava no chão. Eu estava cansada, caí de costas. Ele tirou a calça, a camiseta... Pude ver aquele abdômen que tanto queria. E veio por cima de mim... Me pôs de quatro. Eu nunca havia dado por trás... Estava louca, cadela,...
- Vai, sou sua, já falei! Come esta sua vaca todinha, como quiser...
Ele me invadiu por trás. Arrombou literalmente. Antes enfiou o dedo, mas com tanta força, tão rápido... O pau dele estava molhado por meu gozo, isso facilitou a penetração. E foi... Entrou de uma vez só... Mais estocadas, mais forte... Achei delicioso, arrebitei a bunda pra trás, fechei os olhos, e deixei vir o prazer... Mexi os quadris, rebolei, queria ver aquele homem gozar muito dentro de mim... Vai e vem... Sem parar... Hum... Soca! Mais, mete na tua puta... Assim! E foi... Ele gozou dentro de mim. Senti todo aquele sêmen a me invadir, me aquecer, me possuir... Me comer! O belo homem desabou sobre minhas costas com aquele abdômen definido e peludo... O pênis ainda dentro de mim. Ele já estava mais calmo, tirou devagar. Logo se deitou ao meu lado...
- Sempre te vejo correndo por aqui.
- É? Mas eu nunca te vi...
- É. Sempre quis conversar com você, mas ficava sem graça. Na realidade eu sempre soube que você era faminta por sexo...
- Hum, isso é verdade.
- Tenho uma fazenda aqui perto. Estava trabalhando na roça, faço veterinária e gosto de cuidar diretamente dos animais que crio.
- Ah, é? Oras, mas seu vocabulário...
- Ruim, não? Sempre me interessei por você. Quase todos os dias eu vou ao banco onde você trabalha, vestido de maneira social, te olho, mas você nunca me nota...
- Seu danado! Nunca percebi mesmo...
- Pois então. Hoje resolvi fantasiar com você. E daqui pra frente eu serei o que você quiser!
- Hum, é mesmo?
- É sim, peça!
- Então agora quero que seja minha mamadeira...

A Mulher

Conto originalmente publicado na Casa dos Contos

Um comentário:

  1. caraca esse conto realmente foi imcrivel,to exitada...parabens... bjs

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