quinta-feira, 18 de março de 2010

Histórias de Quinta


Ela não me deu o telefone, endereço, nada. Sumiu por uns dias. Eu louco pra saber o que ela havia achado. "Pronto, me achou muito coroa pra ela, e não gsotou da transa" (sou sempre meio pessimista). Fiquei alguns dias xeretando a página dela no Orkut, mas nada! Eu fica online no MSN mas ela estava sempre off. Pronto, perdi a namorada! Não devia ter tentando comer a bundinha dela!

Na outra semana, um depoimento na minha página:

"Ma, meu gatão gostosinho, falei com a Dri, ela se arrependeu de não ter ido. Falei que vc é ótimo, é um "worthy meeting", que transa maravilha, que sabe tudo. Mas ela só topou numa condição: você não participar, apenas assistir nós duas. O que acha? Bjus, coisinha, ou Dani, rs rs".

Fiquei eufórico e só de pensar em estar com as duas gatinhas numa cama já fez o "menino" aqui acordar e levantar a cabeça! Tive que me controlar para não bater uma por conta.

Depois de alguns contatos nas páginas do Orkut ela disse: "Meu pai me mata se souber, por isso não posso te dar nem o celular, mas o resto eu dou tuuuuuudoooo".  Fomos acertando o encontro. Ela disse que a Drica não deixou colocar foto dela no Orkut - a Drica é artista e é um rosto conhecido, foi o máximo que consegui arrancar da Danielle. Mas eu morria de ansiedade e tesão, nunca havia conseguido deitar com duas mulheres. Podia ter feito isso pagando, mas jamais (jamais) na minha vida paguei por sexo. Prefiro gastar R$500,00 com uma menina do que pagar R$100,00 para transar. Tentei não me mostrar muito afoito para não assustar. A Dani me disse que estava num período de provas da PUC, por isso havia sumido, mas que pensava em mim todos os dias. E que havia se arrependido de não termos feito atrás (você devia ter insistido mais, seu bobinho), que se excitava pensando nela dando a bundinha para mim. Ela havia lido que a melhor posição para a mulher que não está costumada com anal é a mulher sentar nele e se fazer penetrar, com total controle da situação...

Marcamos novamente em frente ao Iguatemi, eu novamente achando que ia levar o bolo, mas quando parei meu carro e elas vieram, meu Deus! Duas gatinhas maravilhosas! A Drika, na verdade Yumi, era um japonesinha de 22 anos, com cara de 13, cabelos negros, lisos, aqueles olhos orientais lindos, corpo de menina, dentes perfeitos. A Dani sentou na frente, Yumi no banco de trás. Dani apenas me deu um beijinho no rosto, ao invés do selinho, e Yumi também me beijou protocolarmente no rosto. Escolhi um motel melhor mais chic, afinal a ocasião era de festa. Quando paramos na porta de entrada a Yumi me disse, séria:

- Seguinte, cara, a Dani é minha namorada, e eu só vim porque ela pediu muito, tá legal? Mas o garanhão aí só vai assistir, sem participar, tá certo? É pegar ou largar!

- Claro, era isso que estava combinado, tudo bem, só vou ficar vendo.

- Então tá, gosto das coisas muito claras!

Entramos na melhor suite, com piscina, teto solar, cama redonda king size. Pedi Campari para os três. Yumi era séria e decidida, ficou na cara quem era quem na relação. Dani, muito timida e atemorizada, me pediu para escurecer o ambiente, fechar as cortinas, e eu atendi prontamente. A cena ficou iluminada apenas por uma luz que entrava pela porta do banheiro. Após tomarmos a bebida, as duas se abraçaram em pé, e começaram a se beijar. Eu me senti num sofá de couro que havia ali, e comecei a contemplar aquela cena maravilhosa. Aos poucos, enquanto se beijavam, uma foi despindo a outra. O corpo de Dani eu já conhecia bem, de modo que prestei atenção na mestiçazinha. A Yumi tinha seios médios, pontudos, suspensos no ar milagrosamente, bicudos, com uma aureola rosada. A sua xaninha era peluda, escura como seus cabelos, sem nenhuma depilação. Ela tinha uma bundinha redonda, cheinha, sem o menor sinal de celulite, claro. Foram se despindo em pé, sempre abraçadas e se beijando carinhosamente. Yumi pegou nos seios de Dani e os acariciou, Dani só a abraçava. Depois se deitaram as duas. Continuaram aos beijos...

Yumi tomava a inciativa. Foi aos seios de Dani e começou a chupá-los devagar, enquanto sua mão descia para acariciar a xana da minha princesinha, que só gemia e se deixava amar. Yumi desceu, chegou na virilha, começou a lamber, enquanto sua mão acariciava os pelos loirinhos da "coisinha"...depois se colocou no meio dela, e passou a lamber o meio, o clitóris...minha princesinha gemia, arfava, arquejava na cama, agarrando o lençol com força. Dani começou a gozar, Yumi aumentou o ritmo das lambidas. Depois Yumi subiu, e colocou sua coxa no meio das coxas de Dani, e as duas começaram a se esfregar uma na outra, entrelaçadas, ignorando complemente minha presença ali. Eu ainda estava vestido, esparramado no sofá, e espantosamente sem uma ereção! Aquela cena tão linda, digna da pintura de um Renoir, aquelas duas ninfas belíssimas, jovens, esplendidas, se amavam de uma maneira mágica, num mundo que era só delas. De repente me dei conta que a cena, ao contrário de me excitar, me comovia imensamente! Sem que eu pudesse controlar, uma lágrima correu dos meus olhos, depois outra, depois outra, discretamente, no escuro do quarto. Mas não sei como, porque razão mágica, Yumi percebeu que alguma coisa estava acontecendo comigo. Saiu de cima da Dani e veio até meu sofá, nua e linda.

- O que foi, garanhão? Mas o que é isso, você está chorando? Dani, o Marcelo (foi a primeira vez que ela se dignou a falar meu nome) está chorando!

- Desculpem, mas é que a cena me comoveu, achei tão lindo isso de vocês duas, tão emocionante como eu nunca tinha assistido nada assim antes...

- Mas Dani, amor, onde foi que você descobriu um homem desses? Que maravilha, um homem sensível e romantico...e que não é viado, pensei que isso não existisse mais na face da Terra.e falando para mim: vem, querido, junte-se a nós, venha!

Sem jeito, sentei na beirada da cama redonda. As duas vieram pro meu lado, e começaram a me despir, enquanto me beijavam a boca carinhosamente, ora uma ora outra...num instante eu estava pelado...

Deitamos os três, então. Comecei chupando os peitos de Yumi, deliciosos! Depois cheguei na xua xaninha cabeluda, cheirosinha, gostosa...chupei também até levá-la à loucura! Em seguide, fui pra cima da Dani, enchi de beijos, mordidinhas, chupei os peitos, lambi a xana, ela gemia e choramingava...depois foi a vez delas. Eu deitado e uma ajoelhada de cada lado, disputando quem chupava meu pau que quase estourava de tesão. A Yumi fazia um movimento circular com a lingua, loucura, tive que fazer muita força para não gozar na boca da japonesinha. Quando foi a vez da Dani me chupar, a Yumi se ajoelhou por cima, e trouxe a bucetinha na minha cara. Esfregava em meu rosto, e me encheu a cara de seu mel. Coloquei ela virada pra cima e me encaixei no meio de suas pernas. Sem muitas delongas, estava enterrado na sua xana quente e umida, e bombei até ela gozar, mas me cuidado para não acabar. Saí de cima dela, Dani já me esperava de pernas abertas. Olhei pra Yumi, ajoelhado entre as pernas da minha coisinha e perguntei: Posso? Ela claro, claro, manda!

Meti em Dani, naquela bocetinha que eu já conhecia e amava. Ela me abraçava com as duas pernas e braços, gemia, mordia meu ombro, até que gozou fartamente também, e eu me segurando.

- Dani, você sabe o que eu quero agora, não sabe? perguntei.

- Mas claro, amor, você quer o cuzinho. Vamos, Yumi, como nõs combinamos!

Rindo muito, as duas, bem juntas, se ajoelharam na beirada da cama, colocaram suas cabecinhas lindas no travesseiro e levantaram bem as bundinhas. Eu, em pé fora da cama, olhando aquels dois cuzinhos rosados piscando para mim! Fui primeiro na japonesinha, e sem muito esforço meu pau mergulhou fundo, enquanto isso elas se beijavam. Ao mesmo tempo eu enfiava o dedo no cuzinho da Dani, preparando o buraquinho virgem para a primeira enrabada. Depois de satisfazer o cuzinho de Yumi, mas sem gozar, fui para trás de Dani. Olhei pra Yumi e de novo pedi permissão: Posso?

Autorizado com um tudo bem, acertei a ponta do pau no olhinho...

Comecei a penetrar devagar, ela gemia, dizia para, para, para...eu parava, dali a pouco enfiava de novo e ela para, para, tira, tira...de novo eu coloquei a ponta no lugar, mas fiquei só encoxando sem penetrar, deixando ali muito melado. Falei para ela relaxar, e Yumi também disse, relaxa amor, deixa entrar, vai ficar gostoso, deixa entrar...Peguei ela firme pela cintura e dei um tranco! Ela soltou um grito, mas a cabeça entrou! Fiquei parado, deixando ela se acostumar com o cacete, fiquei alisando a bundinha dela, dizendo calma, calma amor...ela foi se acalmando e relaxando...fui empurrando delicadamente, até que senti o anel mordendo o meio do pau...me dei por satisfeito e comecei a bombar..as mulheres dizem que a base do pau é que doi mais, porque é mais grossa e firme, mas me contentei em comer aquela bunda sõ com a cabecinha...e fui bombando, bombando. Yumi beijava a boca e dizia para ela se acalmar:

- Dá o cu pra ele, amor, pode dar o cu numa boa...

Dani foi se acalmando, quando fui ver ela começou a rebolar, a fazer um vaivem de encontro ao meu pau...aquilo me excitou ainda mais, e quando vi estava empurrando mais e mais para o fundo...resolvi jogar na bundinha dela toda minha gala, já não aguentava mais me segurar...fechei os olhos, aumentei o ritmo e so ouvia Dani gemendo:

- Ai, ai, ai, caralho, caralho, ai, ai ai...me fode, me fode Marcelo, me fode.

Larguei meus controles e gozei fartamente!!!!!!! Parei de bombar e deixei o pau vomitando litros de porra quente dentro daquele cuzinho de menina...segurava ela pela cintura, firme e forte, e só quando senti que não tinha nem uma gotiinha a mais para dar para ela, saí dela.

Desabamos os dois junto de Yumi...a japonesinha dizia para Dani:

- Felizarda, o Marcelo guardou toda porra sõ pra você, danada, te encheu de porra, safadinha, meu amor safadinha....

Ah, mas que festa! Depois pedimos cerveja, tomamos uma ducha a três e eu as levei para a porta da PUC, onde as duas se conheceram e estudavam, e eu fiquei com meu pau doendo...


MARQUES

Conto originalmente publicado em Contos Sacanas do MARQUES

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