quinta-feira, 18 de junho de 2009

Histórias de Quinta


"Meu adorável sogro..."

Deborah namorava com Paulo a quase um ano e até então não tinha conhecido os temidos sogros. A oportunidade surgiu quando o casal teve que fazer uma viagem da Universidade para Curitiba. Ela estava ansiosa e Paulo dizia para ela não se preocupar, que seus pais eram gente boa e cabeça aberta. Para Paulo, o fato de poder dormir em casa com as namoradas desde a adolescência, transformou seus pais em verdadeiros ídolos. Chegando a Curitiba foram logo recepcionados pelos pais de Paulo no aeroporto. D. Gina, uma mulher de 47 anos, bonita, elegante e com tudo em cima para a idade. Seu Ramos, um homem de 50 anos, sedutor, alto, moreno e com um olhar matador. Logo que viu Deborah, conferiu seu corpo todo, de cima a baixo, e essa situação a deixou excitada. Chegando em casa os quatro ficaram conversando em um papo animado, Deborah percebeu mais uma vez os olhares de desejo do sogro. Começando a gostar desse jogo logo retribuiu os olhares. A noite Deborah e Paulo foram para a boate e aproveitaram ao máximo, dançaram e beberam até não agüentarem mais. Chegando em casa, Deborah estava louca de tesão e queria levar uma verdadeira surra, só que para sua decepção, Paulo dormiu enquanto ela tomava banho. Deborah ficou p da vida e foi a cozinha. Enquanto bebia água sentiu que estava sendo observada, e para sua surpresa era Seu Ramos. Ele estava somente de cueca e a devorava com os olhos enquanto tocava no pau, já bem excitado. Seu Ramos se aproximou e começou a sussurrar no ouvido de Deborah as frases mais safadas que ela queria ouvir naquele momento. Deborah abaixou-se e começou a tocar no pau do sogro e em seguida começou a chupá-lo, aquela sensação de serem pegos a qualquer momento a deixava ainda mais empolgada. Percebendo que logo o sogro iria gozar, Deborah levantou-se e começou a se esfregar naquele cara tão sensual e com certeza muito gostoso. Seu Ramos a pegou pelos braços, a sentou na pia, e começou a chupá-la, parece que ia devorá-la, passava a língua no grelo, penetrava na boceta como se fosse um pau duro e gostoso, Deborah pedia mais e mais e logo gozou. Sem dá descanso, o sogro a deitou de bruços na mesa e começou a beijá-la, percorria a boca pelo corpo todo de Deborah. Em seguida começou a passar aquele pau duro e grosso pelo cuzinho e pela boceta dela, em um tipo de tortura. Ele a puxou pelos cabelos e meteu boceta adentro sem piedade. Começou a estocá-la bem fundo, deixando Deborah louca, e logo ambos gozaram. Após o gozo, vestiram-se e foi cada qual para seu quarto. Deborah viu Paulo na cama, ainda dormindo, ela ainda envolvida pelo sexo acabado de realizar não resistiu e começou a beijá-lo, o cheiro do sogro ainda estava nela e a idéia de Paulo descobrir algo a deixava excitada. Beijou as orelhas, boca, peito, foi tirando a roupa dele e a dela aos poucos. Começou a lamber o pau, as bolas, e logo foi tendo a reação que esperava. Paulo foi acordando e quando viu a mulher nua e literalmente a seus pés ficou louco. Começou a beijá-la, e o suor de Deborah, Paulo e do sogro foram se misturando, a lembrança da transa com o sogro fazia Deborah ficar ainda mais empolgada. Paulo começou a chupar a boceta da mulher com uma vontade nunca vista, parece que sentia que outro homem tinha acabado de passar por ali, e por isso tinha que provar que era o melhor. Quando Deborah gozou, Paulo não perdeu tempo, foi para cima da namorada e meteu o pau na boceta dela e começou a fodê-la com força. Deborah estava em êxtase e gozou junto com Paulo. Ambos caíram quase desfalecidos e dormiram com a sensação do gozo pleno.

Tay

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